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Autor: kim@semeiapropaganda.com.br

Como a Seleção Natural age nas empresas

COMO A SELEÇÃO NATURAL AGE NAS EMPRESAS

 

VOCÊ CONHECE O DINAMISMO DO MERCADO, E O QUE NA MAIORIA DAS VEZES LEVA AO SUCESSO OU FRACASSO AS EMPRESAS?

 

por Renato Fazzolari

 

Uma história recente vai nos auxiliar a entender sobre o tema sugerido. Nos anos 80 do século passado, o país vivia uma inflação absurda, chegou ao patamar de 80% ao mês, a moeda tinha que ter um indexador para balizar o valor que representava, e o povo precisou de muita criatividade para sobreviver a essa época. Como um simples exemplo de como se vivia nesse período, assim que as pessoas recebiam o salário, iam direto para o supermercado e faziam a compra do mês. Como ainda não havia código de barras, as pessoas corriam na frente do funcionário do supermercado que remarcava diariamente os preços e pegava os produtos sem olhar marca, qualidade, ou sequer preço. Era uma loucura!

 

Pois bem, esse é um exemplo de história recente, e de como as empresas tinham que lidar com essa realidade para sobreviver e ter lucro.

 

Para ficar mais claro, vamos nos prender ao supermercado. O que os grandes grupos faziam? Eles compravam a mercadoria a prazo, e vendiam a vista no varejo com um preço mais barato do que compravam.

 

Aí você me pergunta, como compravam mais caro e vendiam mais barato e ainda tinham lucro? Como isso era possível? Simples, aonde se ganhava dinheiro era no mercado financeiro, o macete estava em comprar a prazo e vender a vista, e aplicar o dinheiro no mercado financeiro.

 

Com esse cenário, agora estamos prontos para entender a dinâmica da seleção natural das empresas, onde umas prosperaram e outras quebraram.

 

Se a empresa ganhava dinheiro com aplicações financeiras, qual a área, e consequentemente o profissional nessa época que fazia a empresa ganhar ou perder dinheiro? Se pensou que era a área financeira e consequentemente o profissional da área financeira, acertou. Parabéns! Esse era “o Cara” e a ele todo o poder.

 

Com o plano real, a inflação estabilizou, os preços não eram tão dinâmicos, e as pessoas podiam comparar os produtos, quantidade, qualidade, marca e preço. Com essa mudança de cenário, a competitividade deixou de ser o financeiro e passou a ser a produção; quem produzia em melhores condições ganhava mais. Com essa mudança, qual o setor e o profissional que passou a ser mais valorizado? Se pensou que era o da produção e da qualidade, mais uma vez acertou. Parabéns!

 

Nesse novo cenário, para se ter um bom produto e produzi-lo a um preço menor, pois aí estava a competitividade e o lucro, era necessário comprar melhor (qualidade, prazo e preço).  Quais os profissionais que mais se valorizaram no mercado para atender essas condições? Como sei que você acertou novamente, só vou confirmar, os profissionais de suprimentos e de custos. 

 

Agora o produto era mais competitivo, tinha quantidade de produção, qualidade e uma adequada margem de lucro, então, o que precisava ser feito? Vender! E para vender, quais os profissionais que passaram a ser mais valorizados no mercado? Essa foi muito fácil, você só tinha que acertar! Foram os do Comercial e de Marketing.

 

Ufa! Como a coisa é dinâmica! É dinâmica, real, e pela Lei da Seleção Natural, só os mais competentes sobreviveram!

 

Este é um alerta que estamos dando, tendo em vista a importância de identificar o momento que a empresa se encontra. É hora de se perguntar se a estrutura organizacional e profissional está continuamente sendo atualizada e condizente com as exigências e realidade do mercado. As ações da empresa são competentes e corajosas o suficiente para enfrentar a dinâmica do mercado? 

 

Diante do exposto, será que o melhor é ficar estático, e amanhã se fazer de vítima, se lastimar com os acontecimentos e jogar a culpa em terceiros? Ou então, tomar a dianteira, identificar o atual e o próximo lance da história e tirar proveito da situação?

 

Pense nisso!

 

Até a próxima e muita paz!

Lembrete!! Como está indo sua viagem?

LEMBRETE!! 

 

COMO ESTÁ INDO SUA VIAGEM?

 

por Renato Fazzolari

 

Comecei a trabalhar aos 12 anos de idade. Iniciei como Office Boy, e naturalmente era o mais jovem funcionário da empresa. Há tempos atrás havia uma propaganda que fez muito sucesso, que dizia: “O primeiro sutiã a gente nunca esquece”, e o mesmo pode-se dizer do primeiro emprego: “O primeiro emprego a gente nunca esquece”.

 

E por que estou relatando esse fato? É que há pouco tempo encontrei um amigo com quem trabalhei naquela empresa, e relembramos muitos acontecimentos da época, bem como os respectivos personagens desses acontecimentos. Após as alegrias das lembranças, veio uma constatação que nos fez pensar muito; é que, a medida que perguntávamos de fulano, a resposta era que tinha morrido, e beltrano, ciclano…, e a resposta era a mesma, então paramos de fazer essa pergunta.

 

Havia uma lógica nisso, é que naquela época eu era o mais jovem da empresa, a dedução lógica é que todos os outros eram mais velhos, e como o tempo corre igual para todos, os mais velhos foram dando lugar para os mais novos, tanto nos empregos quanto na vida. 

 

O interessante é que, quando falávamos dessas pessoas, os cargos que exerciam e os status que ocupavam passaram a ser irrelevantes, pois, tanto o diretor, como o faxineiro, a secretária e os demais, terminaram a viagem no mesmo terminal. O que ficou foi, como será que cada um fez a viagem? O que aproveitaram do percurso? Como lidaram com os seus desafios, os quais não foram ter sucesso ou fracasso na carreira profissional, mas sim, vencerem os seus inimigos internos como o orgulho, a vaidade, a preguiça, a cobiça, a inveja, o rancor, a prepotência, a falta de amor, a, a, a…. Quem conseguiu vencer e quem fracassou? 

 

Naquela época e agora várias coisas mudaram muito, nem computador existia, se formos relatar as mudanças, não caberia neste espaço, mas uma coisa permaneceu intacta, a natureza humana e seus verdadeiros desafios. Crescer materialmente, procurando evoluir profissionalmente, culturalmente, economicamente etc., é lógico que é bom e necessário, e devemos procurar atingir esses objetivos com todo nosso esforço, mas não deixar que, para que isso aconteça, esqueçamos o respeito ao próximo, e principalmente o respeito com nós mesmos, priorizando incluir em nossas vidas as vitórias sobre nossos desafios reais. 

 

Pendure este lembrete na consciência, e boa viagem! 

 

Até a próxima e muita paz!  

Cuidado! Treinamento pode ser uma fria.

CUIDADO! TREINAMENTO PODE SER UMA FRIA.

 

SERÁ QUE A EMPRESA ESTÁ PREPARADA PARA DAR TREINAMENTO? 

 

por Renato Fazzolari

 

Existem algumas circunstâncias em que se pretende fazer algo para se obter um bom resultado, porém o resultado acaba saindo exatamente ao contrário do que desejamos; “o tiro sai pela culatra”. Isto é normal acontecer em relação aos treinamentos que as empresas buscam dar a seus funcionários. Vamos explicar:

 

“LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE”. Quem já não ouviu falar deste lindo ideal da maçonaria? Quando ouvimos estas três palavras, imediatamente associamos com nobres ideais e objetivos. Mas será que isso é verdade? Se na mesma ordem das palavras apresentadas tivermos condições e predisposições de RESPONSABILIDADE, AMOR, MATURIDADE, não tenha a mínima dúvida de que  esses ideais serão muito bons e atingirão excelentes resultados. Porém, se as condições e predisposições forem de IRRESPONSABILIDADE, ÓDIO, IMATURIDADE, com certeza os resultados serão um desastre.

 

Dei o exemplo acima para elucidar um dos mais comuns equívocos que acontecem quando o assunto é treinamento, onde se subestima o planejamento, as condições e predisposições, quando o foco é pontual não se levando em conta o cenário como um todo.

 

Para ficar mais claro, vou dar apenas dois exemplos clássicos, do que acontece comumente nas empresas. Consideremos que os treinamentos são normalmente comportamentais ou técnicos. Vamos analisar ambos os casos:

 

No treinamento comportamental, digamos que a empresa deseja fazer treinamento de lideranças para os supervisores e líderes, sendo que não participarão os gerentes e os diretores.

Com o treinamento, os treinados (supervisores) irão adquirir conhecimentos de liderança, bem como, se tornarão conscientes das expectativas que os subordinados esperam de um bom líder. No entanto, como os níveis gerenciais não participaram deste mesmo treinamento, irão continuar “liderando” da mesma maneira, com as virtudes e defeitos, os supervisores (subordinados), que agora já sabem o que é ser um bom líder, e fatalmente as atitudes estarão em desacordo com o ensinado no treinamento. Como consequência, teremos aí o já conhecido dito popular “Faça o que digo e não o que faço”. Dessa maneira será inviável colocar em prática o que o treinamento se propôs, e se estabelecerá os relacionamentos desarmônicos e conflitantes, e o treinamento que era para corrigir uma situação, acaba agravando-a.

 

No treinamento técnico, digamos que se tenha um profissional de nível Júnior, que com os treinamentos se tornará um nível Sênior. Porém, se a empresa não tiver um plano de carreira compatível, e o salário do profissional continuar sendo o mesmo de quando era Júnior, as possíveis consequências (e o que é bem comum acontecer) serão: a) a desmotivação do profissional. b) o profissional, por não se sentir prestigiado na empresa acaba indo para a concorrência, a qual ficará fortalecida e se aproveitará do investimento que foi feito no profissional.

 

Estes dois exemplos simples, servem para elucidar o quanto pode haver de imaturidades organizacionais e profissionais, na condução dos programas de treinamento. Mostra também o quanto é importante um planejamento sério para se obter retorno positivo nas ações de treinamento, sem correr o risco de se autoenganar, praticando um erro com a certeza de se estar fazendo a coisa certa.

 

Nossa opinião é que treinamento é vital para uma empresa se modernizar, se atualizar, se tornar mais competitiva, enfim, acompanhar as exigências do mercado, no entanto, sugerimos que antes de fazer um programa de treinamento, observe se todas as condições que precedem ao treinamento estão sendo observadas, para não correr o risco de colher resultados contrários ao esperado.

 

Até a próxima e muita paz!

Tristeza, como você lida com esse sentimento?

TRISTEZA, COMO VOCÊ LIDA COM ESSE SENTIMENTO?

 

CUIDADO! A TRISTEZA INTERFERE EM SUA VIDA, TANTO PESSOAL QUANTO PROFISSIONAL.

 

por Renato Fazzolari

 

Com quem você gosta de se relacionar? Com pessoas alegres, alto astral, otimistas, que estão de bem com a vida, ou com pessoas tristes, deprimidas, negativas que te jogam para baixo? Se você não tiver tendência ao masoquismo, com certeza irá preferir as pessoas alegres. Agora, como será que você está sendo visto pelos outros? E ainda outra questão: Como são em geral, as pessoas bem-sucedidas profissionalmente, e os líderes mais bem aceitos; alegres ou tristes?

 

Devido à relevância deste sentimento, “a tristeza”, é que decidimos fazer esta “Dica”. Vamos procurar entender o mecanismo desse sentimento, que mais fácil ficará para nos proteger dele.

 

Um erro básico é generalizarmos uma série de variedade de tristezas como se fossem uma única “tristeza”, e dessa maneira fica difícil conseguirmos identificar que tipo de tristeza estamos sentindo, e sem saber a causa, não saberemos nos defender da mesma.


Diferente do que normalmente pensamos, existe um enorme número de tipos de tristeza, e quando identificamos de onde se origina, mais fácil fica combatê-la, por exemplo: Existe tristeza que se origina por alguma perda material (perdi meu relógio que era  de estimação); Tristeza por ter sido enganado por alguém (Poxa, eu confiava tanto naquela pessoa e ela me desiludiu); Tristeza por ter sido preterido por outra pessoa ( Eu sei que era muito mais competente do que “fulano”, no entanto, foi a ele que escolheram); Tristeza porque perdemos um animalzinho de estimação ou um ente querido; Tristeza por receios reais ou imaginários (Será que vou perder meu emprego?), etc.

 

Assim que identificarmos os motivos que originaram nossa tristeza, devemos ser racionais, e procurar agir sobre as causas, sem nos colocarmos como vítimas, mas procurando compreender o acontecido. Se pudermos consertar, vamos atrás da solução, se não, não adianta chorar sobre o “leite derramado”, aproveitamos para utilizar o ocorrido como experiência.


A tristeza, como qualquer outro sentimento, não é uma questão racional, ou de cultura; os sentimentos são uma questão de predisposição psíquica. Existem pessoas que têm uma tendência de ser mais tristes que outras, não percebem o quanto estão se auto prejudicando, pois fazem a vida se tornar mais amarga. No entanto, se começarem a entender que os motivos que levam à tristeza são processos naturais que todos passam e procurarem com inteligência e predisposição combatê-los, já será uma boa iniciativa.

 

Depende só de nós selecionarmos bons sentimentos, tais como: alegria, esperança, fé, amor, amizade, etc., e adotá-los como companheiros do cotidiano. Para isso, necessitamos somente determinar alguns comandos mentais internos, e nos treinar para utilizarmos os sentimentos bons e agradáveis. Sei que isso requer um pouco de força de vontade, mas funciona. Ao mudar seu padrão vibratório de negativo para positivo, você começa a atrair coisas boas para sua vida (lei da atração), e se sentirá mais confiante, seguro e feliz; será recompensado com um autocontrole que trará mais harmonia e o deixará senhor de si. Isso é bom!

 

Deixe a preguiça mental de lado, procure identificar o porquê de sua tristeza, e seja ela qual for, use de todos os seus conhecimentos e recursos psíquicos para combatê-la; coloque em prática aquilo que se chama Fé! Saiba que nosso processo de evolução passa obrigatoriamente por esse tipo de experiência, que se você quiser, e só dependerá de ti, poderá vencê-la e se tornar responsável por sua prosperidade pessoal e profissional, e a vida se tornará muito mais agradável!

 

Até a próxima e muita paz!

O Jogo da Velha da Vida

O JOGO DA VELHA DA VIDA.

 

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO DO SEU TEMPO?

 

por Renato Fazzolari

 

“Você que ama o passado e que não vê que o novo sempre vem.”  (Belchior)

 

A gente pode não entender, mas a vida sempre está certa. E ela tem leis e métodos precisos, que na medida em que os aprendemos nos ajudam a caminhar mais felizes nesta jornada evolutiva em que nos encontramos.

 

Na prática, se estivermos atentos, os ensinamentos nunca nos faltarão e normalmente vêm de maneira simples, mas profunda, como no presente caso.

 

Diz a tradição, que normalmente passaremos por três fases na vida, e em cada uma com determinada dependência, exatamente para que possamos desenvolver o estágio em que nos encontramos, ou seja:

 

O JOGO DA VELHA DA VIDA 

SIM = PROVAVELMENTE TEMOS                X = NÃO TEMOS 

 

DISPOSIÇÃO

TEMPO

$ 

1ª FASE INFÂNCIA

 SIM

 SIM

X

2ª FASE

IDADE ADULTA 

 SIM

X

SIM

3ª FASE

VELHICE

 X

 SIM

 SIM

 

Como podemos verificar, está aí, de maneira simples um profundo ensinamento, que nos mostra que a vida nos dá o que precisamos para viver cada fase em que nos encontramos, para podermos evoluir e usufruir das condições que necessitarmos para tal.

 

Óbvio que este tema é muito complexo e necessitaríamos muito mais espaço para desenvolvê-lo; em todas as fases poderão ocorrer exceções, no entanto essa é a regra geral.

 

Na infância, como ainda não temos a maturidade, nos é dado muita energia, disposição e tempo para gozarmos a vida. Depois bem lentamente vamos adquirindo aprendizagem para seguirmos na segunda fase, no entanto neste estágio ainda não teremos como ganhar nosso próprio dinheiro, o que não nos dá uma autonomia, a qual não teríamos condições de usá-la.

 

Na velhice, nos faltará a disposição que tivemos nas duas fases anteriores, exatamente para podermos meditar sobre os conhecimentos que adquirimos pela vida, e podermos transformá-los em sabedoria, ou seja, sedimentar em nossa vida a evolução pelo entendimento de como as leis da vida funcionam.

 

Agora e na 2ª fase, a que a maioria dos que estão lendo este artigo se encontram; por que será que poderemos ter disposição e até dinheiro? É porque esta é a fase das realizações, onde depende muito de nós, o aprender e o fazer, para adquirirmos nossas conquistas, materializar nossa evolução, cumprir nossa participação na evolução coletiva e principalmente na nossa individual, e para que isso aconteça, teremos muito trabalho, e para quem muito trabalha, não sobrará tempo para ociosidade.

 

Entendeu como funciona o mecanismo da vida?

 

Se entendeu, aqui vai a pergunta. “ E você o que está fazendo para viver a fase em que se encontra? ” Está estudando? Aprendendo? Executando seus deveres com responsabilidade? Já adquiriu a consciência que um dia tudo vai terminar e você vai levar só suas experiências pessoais? Está aprendendo que o que se planta se colhe? Está adquirindo humildade ou esperando a dor para lhe obrigar a adquiri-la na marra? Está se atualizando profissionalmente? E suas obrigações profissionais, está realizando da melhor maneira que pode? E como anda o relacionamento com os superiores, os subalternos, os amigos, a família? E a religião? E os compromissos com a sociedade? E, e, e….?

 

Não deixe para depois o que pode fazer agora, para que na 3ª fase da vida, quando olhares para trás, possa ter a sensação de missão cumprida e sentir-se orgulhoso de você, e não o contrário, curtir um mundo de arrependimento e tristeza.

 

Pense nisso e aja enquanto é tempo.

 

Até a próxima e muita paz!

Fazer ou não fazer, eis a questão.

FAZER OU NÃO FAZER, EIS A QUESTÃO.

 

VOCE TOMA DECISÕES PROFISSIONAIS, OU ……?

 

por Renato Fazzolari

 

Quem se depara com qualquer tipo de cargo de mando, sempre encontrará desafios que exigirão tomadas de decisões, e a este caberá a decisão de fazer ou não fazer o que deve ser feito.  FAZER OU NÃO FAZER? EIS A QUESTÃO.

 

No dia a dia, a rotina é tocada normalmente, porém quando o novo aparece, e tem que se decidir, aí surge a dúvida; DEVO TOMAR UMA NOVA DECISÃO OU FAZER COMO SEMPRE FIZ?

 

Se ele decidir fazer o novo, ele se deparará com duas hipóteses:

 

1ª poderá dar certo o que vier a fazer, ou,

2ª poderá dar errado.

 

O sucesso das empresas está alicerçado sempre nas decisões certas, de maneira que se ocorrer a 1ª alternativa e ele acertar, estará somando para que a empresa atinja suas metas e obtenha melhores resultados, afinal ele está lá para isso.

 

No caso de acontecer a 2ª alternativa, ou seja: dar errado, ele poderá ficar chateado, e até correr algum risco (o que faz parte dos cargos de mando), porém o que normalmente acaba acontecendo, é que ele aprenderá com o erro, adquirirá mais experiência e provavelmente da próxima vez acertará.

 

Todavia, o perigo está no profissional que por uma questão de acomodação, falta de coragem, incompetência e principalmente por autoproteção, sempre arruma uma maneira de não tomar nenhuma nova decisão, e nada de novo fazer. Esse tipo de profissional dificilmente errará, mas com certeza também nunca acertará. Estará protegido pelo “manto da omissão”, e se sempre agir assim, dependendo do grau de importância do seu cargo, com o tempo poderá até quebrar a empresa.

 

Observação importante: Nos dias atuais, as mudanças ocorrem em uma velocidade incrível, e em matéria de empresas, em menos de sete anos tudo muda literalmente.

 

Então podemos constatar que cada vez mais os profissionais terão de tomar decisões e fazer as coisas acontecerem, pois caso contrário, se esconderem-se atrás de uma inércia e não participarem ativamente com suas decisões para acompanharem o processo natural das mudanças, fatalmente em pouco tempo ficarão ultrapassados, e serão responsáveis pelas desatualizações e atrofias das empresas em que trabalham.

 

Vale ressaltar que, quanto mais alto o cargo, mais importante é a função de tomada de decisões.

 

Até a próxima e muita paz!

Características da Liderança – Paciência e Autocontrole

CARACTERÍSTICAS DA LIDERANÇA – PACIÊNCIA E AUTOCONTROLE

 

VOCÊ TEM AS CARACTERÍSTICAS PARA SER UM BOM LÍDER?

 

por Renato Fazzolari

 

Se sempre que nos relacionarmos com outras pessoas, nos colocarmos na posição do outro e procurarmos compreender qual o sentimento que devemos ter provocado, ficará mais fácil para entendermos o efeito de nossas ações.

 

Faça um retrospecto das pessoas que de certo modo tiveram uma hierarquia superior a você durante a vida, ou seja, atuais e antigos chefes, professores, colegas, familiares, etc. Dentre essas pessoas, procure identificar quais eram mais impulsivas, inconstantes, intransigentes, agressivas, impacientes; separe das que eram mais equilibradas, moderadas, tranquilas, compreensivas, carinhosas, pacientes.

Agora ou depois com mais tempo, responda para você mesmo: Com quem você se sentiria melhor, cooperaria, estaria mais motivado, respeitaria, e quem preferiria ter como líder?

 

A menos que você tenha forte tendência ao masoquismo, com certeza sua resposta vai recair sobre a segunda opção, as pessoas mais sensatas, equilibradas e pacientes. Certo?

 

Com essa rápida análise, você já tem uma das características essenciais que se requer para uma pessoa se tornar um líder eficiente. Ser PACIENTE.

 

Mas, em termos práticos, o que é necessário para exercer a paciência?

 

Vou dar um exemplo simples que mudou o destino do mundo:

Na segunda guerra mundial, os alemães tinham a guerra quase que vencida; eis que surge a figura imponente do grande líder dos aliados, Sir Winston Churchill, com sua paciência de Inglês e uma figura segura e tranquila, sorridente, calma, que foi capaz de transmitir otimismo e confiança aos seus comandados. Esse foi o fator determinante para que estes conseguissem ânimo suficiente para se superarem e derrotarem os inimigos.

A química que ocorreu nessa missão quase que impossível foi simples. Todo o exército pensou: “Se o comandante está com toda essa confiança é porque ele deve ter motivo e certeza que iremos vencer, então vamos em frente que a vitória será nossa. ”

 

Nas empresas, quando o líder ou o que está investido com essa função for emocionalmente instável, inconstante, não souber dominar seus nervos; com certeza desestabilizará seus comandados.

O oposto também é verdadeiro, o Líder que tem PACIÊNCIA e AUTOCONTROLE terá autoridade de fazer com que os comandados se sintam mais seguros, confiantes, participativos, motivados, e atinjam os resultados com maior eficiência.

 

Se você está em uma função que exige liderança, ou tem a pretensão de se tornar um líder, lembre-se, paciência e autocontrole! Ninguém aprende com teoria, somente com a prática, então comece a praticar essas virtudes. 

 

Até a próxima e muita paz!

Ferrari X Bicicleta

 

FERRARI X BICICLETA

 

COMO VOCÊ TEM USADO VOCÊ NA VIDA?

 

 por Renato Fazzolari

 

É interessante como para tudo pode-se usar a analogia para o aprendizado. Os antigos, em sua sabedoria, sabiam que pela analogia era mais fácil de ter uma compreensão, e por isso utilizavam as “historinhas” comparativas. Então porque não utilizarmos a mesma metodologia, visto que sempre funcionou com o ser humano? Por isso faremos esta analogia entre a Ferrari, que é conhecida como um veículo repleto de tecnologia e recursos, de fácil dirigibilidade, fácil de transpor distâncias com conforto e velocidade; e uma simples bicicleta, que por mais sofisticada que possa ser, tem enormes limitações e muito esforço para conduzi-la.

 

Qual dos dois veículos você gostaria de ter para viajar? A Ferrari ou a bicicleta?

 

Pois bem, parece óbvio que a Ferrari. Mas será que você tiraria bom proveito da mesma, ou só a utilizaria para viagens curtas e mostraria status, subutilizando-a?

 

Aqui paramos, para fazer tal analogia:

 

Você sabe qual é a máquina mais perfeita que existe em nosso planeta? Se fizer uma pausa para reflexão, vai concluir sem grandes esforços que é…. o corpo humano, esse mesmo que você tem! Nenhuma Ferrari, Lamborguine ou Maserati, por mais tecnologia que possuam, chegam perto da complexidade e perfeição do corpo humano. Os milhões, bilhões de anos, sei lá quanto tempo, foram aprimorando nossa estrutura corporal (e espiritual), nos dotando de recursos fantásticos, e autonomia para que possamos fazer esta incrível viagem que se chama Vida.

 

Então você pode me perguntar, e as pessoas que têm a “máquina quebrada”, que tem algumas peças com defeito, como os paraplégicos, cegos, surdos, etc. E eu lhe respondo; dentro dessa complexidade do ser humano, existe um recurso que poucos sabem utilizar, que se chama “força de vontade”. Alguns exemplos poderão elucidar o que falamos, vejamos: Stephen Hawking, cientista inglês, que só conseguia se comunicar pelo movimento das pálpebras, construiu teorias inteligentíssimas; Beethoven, surdo, se tornou um dos mais importantes compositores que a humanidade conhece; Ray Charles e Stevie Wonder, cegos, tocavam piano, e cantavam maravilhosamente bem; Albert Einsten, tido como limitado na infância, se tornou uma das maiores inteligências já conhecidas. A lista é interminável, pena que no espaço que dispomos não podemos nos alongar muito. Mas o tema dá “pano para a manga”.

 

E a nossa “bicicletinha”, que mencionamos acima, onde entra? Se você percebeu, ela está embutida nos exemplos acima, onde pessoas com muitas limitações realizaram pela vida, grandes viagens, independente do veículo que possuíam; souberam pedalar com suas forças de vontade e percorreram longas estradas até atingirem seus objetivos, enquanto outros, com suas Ferraris, jamais souberam otimizar os recursos de que dispunham e não fizeram nada mais do que viagens medíocres.

 

Agora que você já tem consciência da tremenda máquina que a vida lhe deu, como está dirigindo sua vida? Está sabendo percorrer sua própria viagem, ou só sabe reclamar das estradas? Sabe onde quer chegar? Qual a rota que você segue para chegar ao destino que escolheu?

 

Até a próxima e muita paz!

Ouça!

OUÇA!!!

 

VOCÊ SABE OUVIR?

 

por Renato Fazzolari

 

Já percebeu como existem tantos cursos de oratória, com os quais se aprende como falar melhor? Nesses cursos ensinam que a fala deve vir acompanhada de expressão corporal, facial, movimento das mãos e até do corpo todo; o olhar é muito importante, a tonalidade da voz, a emoção, o conteúdo que vai comunicar, etc. Em síntese, para falar bem deve-se utilizar o corpo inteiro, o interno (a inteligência), e o externo (o físico), mas nem sempre esses cursos ensinam que para falar bem é necessário primeiro saber ouvir, e como ouvir.

 

Ouvir é uma das mais importantes funções que temos, no entanto, nem sempre sabemos utilizar.

 

Antes de falarmos sobre o ouvir, é importante que entendamos a função da audição. Ouvir é receber mensagens codificadas através de sons ou outros meios, que nossa mente decodifica para nosso entendimento, emoções e sentimentos.

 

Entendido isto, analisemos algumas maneiras de ouvir. A mais comum é através do som, que chega em nossos ouvidos, alguém que fala, o cachorro que late, uma tábua que cai, etc.

 

Mas existem muitas outras maneiras de ouvirmos, pois estamos ouvindo o tempo todo, seja pelo externo ou o interno, ou seja, o som que vem de fora, e o que vem de nós mesmos, através do pensamento, com o qual dialogamos o tempo todo.

 

A visão também é uma outra forma de audição, ou seja, quando estamos lendo algo, a mensagem fala conosco; por exemplo, ao observarmos uma paisagem como um pôr do sol, ou uma tempestade, isso nos causa sensações. No caso da pessoa surda, ela ouve pela visão dos sinais. Nos relacionamentos as expressões dos olhares podem dispensar o som das palavras para transmitir a mensagem. Os sinais através dos gestos, o dedão para cima ou para baixo indicando aprovação ou negação, etc.

 

A audição também pode ser seletiva, veja no caso da concentração, quando estamos focados em algo com interesse, somos capazes de excluir outros sons.

 

A emoção é um fator muito importante na maneira como ouvimos, pois dá a qualidade ao que ouvimos, tanto externa quanto internamente, por exemplo, se estamos tristes, alegres, nervosos e etc., o que ouvirmos estará diretamente associado a essas emoções, e consequentemente ouviremos a mesma mensagem que outra pessoa possa estar ouvindo, porém o sentido poderá ser bem diferente.

 

Podemos captar a mensagem que chega a nós sem o som externo, simplesmente pelo tato, como se dá com o deficiente visual que consegue ler em braile, ou mesmo a sensação de um abraço afetuoso, ou uma agressão física.

 

Poderíamos estender esse tema por muitas páginas, mas o importante é que se entenda a função do ouvir, e identifiquemos se sabemos utilizar esse precioso dom a nosso favor. Nós somos o resultado de tudo que permitimos entrar em nós, ou seja, se somos felizes, ou infelizes, alegres ou tristes, educados ou não, pacíficos ou revoltados, compreensivos ou intolerantes, ou, ou…..

 

Perceberam a importância do Ouvir? Ouvir é o principal canal de todas as mensagens que formam nossa personalidade, e o mais importante é que podemos selecionar o que permitimos ouvir, essa decisão é só nossa!

 

Até a próxima e muita paz!

Por onde iniciar um novo projeto na vida

POR ONDE INICIAR UM NOVO PROJETO NA VIDA

 

DEIXE A PREGUIÇA DE LADO E SIGA PARA ALCANÇAR SEUS OBJETIVOS

 

por Renato Fazzolari

 

Durante a vida venho observando que muitas pessoas talentosas não conseguem alcançar seus objetivos, principalmente por não saberem por onde começar, e normalmente se perdem no percurso e gastam muita energia desnecessariamente, e acabam desistindo de seus ideais.

 

Pensando nisso é que preparei esta Dica, onde procurei de maneira prática e objetiva mostrar o “caminho da mina”. 

 

Por onde começar um projeto, para que as possibilidades de sucesso sejam maiores: 

 

1º – Defina o OBJETIVO do que pretende; 

 

2º – Inicie pelo começo, pelo PLANEJAMENTO; 

 

3º – Avalie o que você tem de positivo e o que falta para conciliar com seu objetivo. Neste item você irá se deparar com duas situações: as positivas e as negativas. ANALISAR do que você dispõe; tanto as coisas materiais, intelectuais e psicológicas. As positivas são etapas já conquistadas e sustentação natural para seu sucesso, porém, as negativas terão de ser vencidas, identifique-as e faça um plano para superá-las uma a uma; 

 

4º – Diante do que apurou, faça uma ESTRATÉGIA para viabilizar seu planejamento; 

 

5º – Siga passo a passo o planejado, o fundamental nesta fase é ser PERSEVERANTE, se necessário faça ajustes no caminho, mas não esmoreça com as dificuldades. Lembre-se que todo o início é uma nova plantação, não queira colher frutos antes do plantio e do tempo necessário para a planta crescer e dar frutos; 

 

6º – Não subestime a força de seus pensamentos, pois você vai precisar muito deles. Procure ter conhecimentos básicos da Lei da Atração (Física Quântica), onde iguais se atraem, por isso são fundamentais os pensamentos positivos e a automotivação (Fé). ACREDITE em Deus e em você, faça sua parte que Ele ficará na retaguarda. 

 

Sintetizando: defina o OBJETIVO; prepare o PLANEJAMENTO; ANALISE; faça a ESTRATÉGIA; PERSEVERE e ACREDITE.

 

Até a próxima e muita paz!

AGRHO
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