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Autor: kim@semeiapropaganda.com.br

Empresa Global

 

EMPRESA GLOBAL 

 

O QUE MUDA COM ESTE NOVO CONCEITO?

 

por Renato Fazzolari

 

 

 Com a Globalização nas empresas, não dá mais para conceber que alguns setores  dentro da mesma empresa vão bem, enquanto outros vão mal.

 

O que adianta a área de vendas vender bem se a indústria não acompanhar o ritmo; se produzir com qualidade e quantidade insuficientes, fatalmente, mais cedo ou mais tarde os clientes ficarão insatisfeitos e poderão passar a comprar da concorrência.

 

Se o contrário acontecer, e o setor de produção produzir com qualidade e quantidade, mas a área de vendas não “desovar” os produtos, o estoque ficará alto, o custo aumentará, e a margem de lucro poderá diminuir ou mesmo ocorrer prejuízo, e as consequências das empresas que operam com prejuízo são bem conhecidas.

 

Esse exemplo é só para elucidar um efeito de quando a empresa não está afinada com a mentalidade globalizada.

 

Se a globalização mundial é boa ou ruim, não nos cabe comentar neste espaço, mas em relação às empresas sim, pois é uma realidade muito comum e cabe um alerta, a fim de que nem empresa, nem profissionais sofram as consequências negativas por desconhecimento ou omissão. 

 

Essa realidade de globalizar a empresa veio para mudar radicalmente os paradigmas das posturas dos profissionais.

 

Não adianta mais achar que se o seu setor estiver indo bem, e houver algum problema fora dele não será problema seu, pois o problema será seu sim! Pode ter certeza disso!

 

Antigamente, quando alguém perdia o emprego, ficava envergonhado, pois a imagem que se tinha é que essa pessoa era incompetente.

 

Hoje, demitir funcionários é uma questão estratégica financeira, e até de sobrevivência para as empresas, de maneira que se a empresa não estiver indo bem, é bom você “colocar as barbas de molho”, pois seu emprego poderá estar ameaçado, independentemente de sua capacidade e desempenho profissional.

 

Se antigamente se solicitava que os profissionais se envolvessem e se comprometessem com a empresa, hoje o que era solicitação passou a ser uma exigência natural.

 

Atualmente os funcionários não mais participam de um único setor, mas tem que estar inteirados e comprometidos com toda a empresa, pois o sucesso da empresa pode lhe garantir o emprego e até uma promissora carreira profissional. Caso contrário, se a empresa estiver indo mal, a próxima vítima poderá ser você!

 

E por falar nisso, você anda revendo seus conceitos sobre o que é ser um profissional eficiente?

 

Até a próxima e muita paz!

Diagnóstico

 

DIAGNÓSTICO

 

BOM OU MAL DIAGNÓSTICO PODE LEVAR AO SUCESSO OU AO ÓBITO!

 

por Renato Fazzolari

 

 

 É interessante notar como, em geral, as pessoas acham que as empresas são muito semelhantes umas às outras, mas na realidade, as empresas são muito diferentes entre si.

 

Eu diria que as empresas se assemelham mais aos seres humanos, não existem duas pessoas iguais, cada uma tem suas próprias características e personalidade.

 

O mesmo acontece com as empresas, e para conhecê-las é necessário levar em consideração quem são essas empresas. Deve-se saber quais os produtos que comercializam ou fabricam; qual a sua idade real e a mental; qual o ramo; a região; condições econômicas; origem; se são familiares, privadas ou públicas; se são grandes, médias ou pequenas; se são ricas ou pobres; qual a filosofia e história de vida; como é o ambiente de trabalho, quem são seus funcionários e uma série de outros detalhes.

 

Somente após a análise dessas características é que se poderá começar a entender qual é a individualidade da empresa.

 

Quando uma pessoa está doente vai ao médico, e este após examiná-la, identificará a enfermidade e ministrará o remédio para curá-la, e caso ministre o remédio errado, não só não resolverá o problema de sua saúde como poderá agravar sua enfermidade.

 

O mesmo acontece com as empresas; como está a saúde e que tipo de remédio realmente necessita?

 

Há pessoas que vão a óbito por negligência, por saber que necessitavam se cuidar, mas achavam que “dava para ir levando”.

 

E isso também acontece com as empresas; quantas que, percebendo que necessitam se tratar, vão se auto enganando e nenhuma providência tomam, e quando se dão por conta, a doença já tomou todo seu organismo, e já não tem mais jeito.

 

Então, cuidado com as panaceias que surgem por aí, que prometem cura para todos os males; o remédio que é bom para uma empresa, pode ser um veneno para outra!

 

Não se deixe iludir e tão pouco procure agir sobre o sintoma, o tiro poderá sair pela culatra! É vital conhecer as causas, e para isto é necessário fazer um diagnóstico sério de sua realidade. Busque as verdadeiras causas que estão levando aos sintomas, e tenha coragem de atuar diretamente sobre elas, pois é só mexendo nas causas que pode-se alterar e corrigir os sintomas.

 

Até a próxima e muita paz!

Competente X Incompetente

 

COMPETENTE X INCOMPETENTE

 

OU SERÁ: COMPETENTE INCOMPETENTE X INCOMPETENTE COMPETENTE?

 

por Renato Fazzolari

 

 

Alguma vez você já se perguntou ou comentou com alguma outra pessoa,  “- Como é possível que fulano esteja exercendo tal posição?  Ele é tão incompetente!” ou então o contrário, “- Como que sicrano, não consegue crescer na vida? Ele é tão competente, mas parece que não sai do lugar”.

 

Com certeza você já deve ter feito esses questionamentos, e com bastante probabilidade uma porção de vezes.

 

Pois bem, vamos analisar o que é ser competente e o que é ser incompetente.

 

O que normalmente chamamos de incompetente, é aquele indivíduo que ocupa cargos mais elevados (pois os que ocupam cargos baixos, normalmente não chamam muito a atenção), e na execução desses cargos, salta aos olhos o quanto eles estão incapacitados para exercê-los.

 

No entanto, subestimamos muito o lado competente desses indivíduos, pois de algum modo eles conseguiram chegar onde estão e se mantém em seus postos. Via de regra, essas pessoas são muito hábeis em identificar os caminhos que os levam aos postos em que ocupam, e sabem muito bem como manipular as pessoas certas e a quem bajular, bem como, os mecanismos que devem adotar para atingir seus objetivos pessoais. É dispensável falar que esses indivíduos, em geral, são inescrupulosos, e não possuem ética para tirar de seus caminhos os que eventualmente possam ameaçá-los.

 

Já os que julgamos competentes, mas que não conseguem decolar, normalmente são exatamente o oposto desses indivíduos, acrescentando o fato de serem tímidos em seus anseios, e inseguros quanto às próprias capacidades, sem contar que estão sempre esperando que alguém reconheça suas potencialidades e os descubram.

 

Por isso não se deve subestimar o dito “incompetente”, pois ele é capaz de quebrar uma empresa, mas jamais se dará mal.

 

Então, empresários, funcionários e cidadãos, olhos bem abertos com os hábeis incompetentes que estão em postos de comandos nas empresas e nos governos.

 

Até a próxima e muita paz!

Liderança

LIDERANÇA

 

TER LÍDERES NAS EMPRESAS É BOM OU RUIM?

por Renato Fazzolari

 

A liderança já vem com o indivíduo, isto é: É nata! Ou pode ser aprendida?

 

Esta é uma polêmica muito antiga, com defensores ferrenhos dos dois lados, por isso não vamos entrar nesse mérito.

 

A verdade é que existem indivíduos tidos como líderes natos, já nascem com um forte carisma, porém, nem sempre exercem positivamente essa liderança, enquanto outros que não possuem esse dom natural se compensam através de outros recursos, tais como: conhecimento; esforço; compreensão etc. e acabam sendo bem aceitos por seus comandados, tornam-se eficientes nas responsabilidades que lhe são atribuídas e ATINGEM AS METAS que lhes são propostas.

 

Mas para sermos mais objetivos, vamos analisar um conceito de liderança de James Hunter (que consta em seu livro “O Monge e o Executivo”), que tem sido mais aceito pelas empresas atualmente:

 

“LIDERANÇA É A HABILIDADE DE INFLUENCIAR PESSOAS PARA TRABALHAREM ENTUSIASTICAMENTE, VISANDO ATINGIR OS OBJETIVOS IDENTIFICADOS COMO SENDO PARA O BEM COMUM.”

 

Esse conceito realmente parece muito bom e eficiente.

 

No entanto, o que aconteceria a uma empresa, se tivesse todos os profissionais de posto de comando com o perfil do líder nato e carismático, e por sua força de liderança, cada um conduzisse seus comandados segundo seus próprios princípios, e os levassem por direções antagônicas?

 

Será que isso seria bom para a empresa? Claro que não! Seria uma empresa com muitas lideranças, mas sem direção.

 

E se nos postos de comando tivessem líderes natos, ou mesmo sem carismas, mas que fossem treinados e capacitados para influenciar e conduzir pessoas, e as direcionassem para trabalhar motivadas, integradas, e dessa forma canalizassem seus esforços para atingir as metas em harmonia com as demais áreas?

 

Com certeza esse tipo de liderança seria muito mais eficiente! Não acham?

 

Então é interessante que se reveja o conceito sobre o que se deseja de um líder e o que fazer para formá-lo na empresa.

 

Pense nisso!

 

Até a próxima e muita paz

Comunicação

 

COMUNICAÇÃO

 

TIPOS DE COMUNICAÇÃO – VERBAL, NÃO VERBAL E INVISÍVEL

 

por Renato Fazzolari 

  

Quem fala errado, é a Mônica ou o Cebolinha? Se você respondeu que é o Cebolinha, você pode ter respondido certo ou errado, vai depender da intenção de quem perguntou. Pois o Cebolinha, dos personagens do Mauricio de Sousa é o que troca o “R” pelo “L”, de maneira que o Cebolinha fala errado, mas o Cebolinha fala “elado” e não “errado”!

 

Esse exemplo serve para demonstrar o quanto a comunicação é complexa.

 

E não é por menos que a deficiência de Comunicação é o item mais comum das queixas nas empresas, e a principal causadora das deficiências nos relacionamentos interpessoais, e geradora dos maus ambientes de trabalho.

 

Vamos a algumas dicas, não de como se comunicar, mas de como entender a comunicação.

 

Os especialistas no assunto garantem que a comunicação ocorre até 35% de maneira verbal e 65% de maneira não verbal, e eu acrescento ainda que nesses percentuais está embutida a comunicação invisível.

 

E o que é cada uma delas:

 

comunicação verbal é a falada

 

comunicação não verbal é quando a comunicação não se dá através da fala pura e simples; a entonação das palavras (agressivas, carinhosas, lentas, aceleradas etc.), levará a comunicação com a emoção. A expressão corporal tem um papel de destaque na comunicação não verbal.

 

Precisamos saber que cada indivíduo tem um ponto mais forte na captação das mensagens; uns são mais auditivos – com esses funciona melhor a conversa; outros são mais visuais – para esses funcionam melhor as mensagens escritas; e tem os que são mais sinestésicos – aqueles que captam melhor quando as mensagens vêm acompanhadas de expressões, esses se dão bem com os italianos que falam mais com as mãos.

 

Por isso é interessante saber se os canais de comunicação a se utilizar, estão levando em conta todos esses fatores.

 

Mas também falei da comunicação invisível, que apesar de todos a sentirem e vivenciá-la, ninguém é capaz de se conscientizar de sua importância, e por ela ser invisível, é a principal causadora dos danos na comunicação.

 

Mas afinal, o que é a comunicação invisível?

 

A comunicação invisível é o clima emocional da empresa, e se faz sentir através das vibrações amorosas ou odiosas que existe entre as pessoas. É a vibração que se sente, mas que não se sabe explicar. É o prazer ou desprazer que se tem em estar no ambiente de trabalho. E essa vibração é que fará com que haja a predisposição para a boa ou má comunicação.

 

Agora, é muito importante que saibamos que quando a vibração está ruim, é uma consequência de outros fatores que não devem estar andando bem na empresa, e esses fatores é que devem ser identificados, para melhorar a qualidade da vibração invisível.

 

E você, como está sentindo a vibração em sua empresa?

 

Até a próxima e muita paz! 

Você sabe o que é ser resiliente?

 

VOCÊ SABE O QUE É SER RESILIENTE?

 

por Renato Fazzolari

 

SER RESILIENTE É UMA VIRTUDE OU OBRIGAÇÃO PROFISSIONAL?

 

Periodicamente surgem palavras novas no mercado de trabalho que se tornam modismo, e passam a fazer parte dos Currículos, como se fossem um atributo diferenciado de qualificação.

 

Isso tem acontecido com a palavra “Resiliência”, e para que possamos entender o que ela quer dizer, vamos analisar seu significado.

 

Resiliência é um termo oriundo do latim resiliens, que significa voltar ao estado normal, principalmente após alguma situação crítica e fora do comum, ou em outras palavras, após sofrer alguma pressão, retornar ao estado normal em que estava antes da pressão recebida.

 

Como exemplo, vamos dar o arco e a flecha.  A corda que está presa nas duas extremidades do arco para arremessar a flecha necessita ser puxada para trás, e após arremessar a flecha, volta ao seu estado normal. O quanto ela aguentar ser esticada e voltar ao seu estado normal, será sua resiliência, e quanto mais aguentar ser esticada, mais resiliente será.

 

Deu para entender? Pois bem, como citamos acima, o termo “Resiliência”, de um tempo para cá passou a ser amplamente utilizado como característica de personalidade de um profissional, o qual quer dizer que se ele tem um alto grau de resiliência, ele aguentará trabalhar sob muita pressão, sem que isso afete o seu psicológico, e naturalmente, passada a pressão, ele voltará ao seu estado normal como se nada houvera acontecido.

 

Tudo isso é muito bonito na teoria, mas vamos ver como funciona na prática; analisemos sob dois pontos de interesse, um do lado do superior hierárquico, e outro do lado do profissional subordinado:

 

Do lado do superior hierárquico, muitas vezes sob a desculpa de que quer um subordinado resiliente, nem sempre sabe o quanto deve pressionar, se pressionar de menos pode obter retorno inferior ao que o profissional poderia dar; se pressionar demais pode quebrar o arco, ou seja, criar situações insustentáveis e da mesma maneira irá obter resultado inferior ao que seria esperado, sem contar que estressará o subordinado, e criará um ambiente negativo de trabalho. Por isso segue nosso conselho: Siga o ensinamento de Buda, procure sempre o caminho do meio, seja hábil e sensível para saber até que ponto poderá esticar a corda do arco. Afinal, se você é o superior deve ter essa habilidade, para isso é que ocupa essa condição de hierárquica.

 

Do lado do profissional subordinado, é bom parar de dizer que é resiliente como se fosse uma vantagem, pois uma adequada resiliência deve ser parte obrigatória de qualquer profissional, caso contrário ele não deveria receber o nome de profissional, porque um profissional sem um saudável grau de resiliência, ainda não é um profissional, e sim um amador. É importante saber que se ao sofrer qualquer pressão o “profissional” se desestrutura, fica magoado, inseguro, e tem um comportamento de criança mimada, então está na hora de despertar para a realidade. Se quiser algum dia galgar postos mais altos em sua carreira, é vital que comece a amadurecer e saber assimilar pressão, pois só assim e com esforço e aprimoramento, você um dia chegará a ter sucesso profissional. Sugerimos que faça como o halterofilista, que quanto mais peso (pressão) aguentar mais forte ficará.

 

Esperamos que ambos os níveis, gestores e subordinados, saibam ter um grau de resiliência adequado para trabalharem em harmonia e obterem bons resultados em seus relacionamentos profissionais.

 

Pense nisso.

 

Até a próxima e muita paz!

Você pode ser um grande orador!

 

VOCÊ PODE SER UM GRANDE ORADOR!

  

por Renato Fazzolari

  

O QUE É NECESSÁRIO PARA SE TORNAR UM BOM ORADOR?

 

Quantos bons oradores você conhece? Você é orador? Para responder essas questões vamos primeiramente entender o que é ser orador.

 

Orador é quem ora, se comunica, principalmente pela palavra, mas também pela escrita. Quem ora está fazendo uma oração, se comunicando, de maneira que a pessoa que se comunica está em um ato de oração.

 

Por hábito nos acostumamos a achar que orar, fazer uma oração é quando rezamos, porém, na prática oração é quando nos comunicamos, quando passamos para uma ou mais pessoas mensagens, que podem ser boas ou ruins.

 

Neste ponto, já deu para entender que, queira ou não queira você é um orador. Você fica em oração (comunicação) o tempo todo, com outras pessoas e principalmente com você mesmo, neste caso basta observar o teor de seus pensamentos. Mas o que importa para você é saber se você é um bom ou um mau orador, e para isso vamos explicar.

 

Para você se comunicar, alguns requisitos precedem sua oração, ou seja:

 

1º – Você precisa pensar no que vai comunicar;

2º – Para pensar, você deve ter consciência (conhecimento ou saber) principalmente do motivo e da intenção que o está levando a se comunicar, e para isto é necessário saber ouvir e estudar sobre o tema de sua oratória.

 

Feito isto, você estará apto a se comunicar, não esquecendo que a comunicação tem mão dupla: a que sai do orador, que por sinal é o primeiro a usufruir de sua própria oração (que pode ser boa ou ruim), e a que volta do interlocutor, a qual é muito importante o orador saber ouvir sem preconceito, e com intenção de entendimento e não de confronto, pois o confronto exacerba o orgulho e a vaidade, e obscurece a razão.

 

Seguindo essa linha, para ser um bom orador são importantes alguns cuidados, tais como: ter humildade; passar as mensagens com o intuito benevolente; ser paciente; transmitir passando firmeza e segurança; ser carinhoso, com fala mansa; ser alegre e otimista; e principalmente ter amor no coração. É interessante que na palavra coração já está embutida a palavra “oração”, que por si só já define todos os atributos que devem conter em uma boa comunicação, e também a palavra “ação”, que é uma atitude de agir, atuar sobre algo.

 

Vale a pena ressaltar que quando nos comunicamos todo o nosso corpo participa, não adianta querermos dissimular, pois se formos incoerentes e tendenciosos, nossos gestos, nossa postura, a energia e magnetismo que transmitirmos irá nos denunciar, e consequentemente nossa fala soará falsa e sem efeito, e nossa escrita facilmente será contestada e cairá em descrédito.

 

Agora você já sabe que é um orador nato! Basta avaliar se é um bom ou mau orador, se auto questionando como você tem se comunicado quando está orando para uma coletividade; ou em uma simples reunião, seja ela profissional, social ou familiar; quando na conversação individual com outra pessoa; ou principalmente quando conversar consigo mesmo.

 

Se você já é um bom orador, parabéns! Continue se aprimorando! Mas se ainda não está satisfeito consigo mesmo, treine, pratique, que com o tempo atingirá essa meta e todos os benefícios que dela advém.

 

Pense nisso.

 

Até a próxima e muita paz!

O Poder da Palavra

 

O PODER DA PALAVRA

 

por Renato Fazzolari  

 

VOCÊ SABE USAR DESSE DOM? 

 

Será que temos o suficiente conhecimento, maturidade e responsabilidade para usar o Dom da Palavra? Ao menos sabemos como ela funciona, e o poder que possui?

 

Pensando nisso, resolvi estudar o assunto e compartilhar com vocês o que apurei.

 

A fala é uma conquista do ser humano, que durou eras para chegar ao estágio em que se encontra na atualidade. As palavras que emitimos é o que podemos chamar de um verdadeiro milagre, é um composto de som, vibração, energia, ritmo, inteligência, sentimento, e é elaborada pelo pensamento, que transforma ideias abstratas em mensagens físicas. É realmente um dom fantástico, um privilégio do ser humano.

 

A palavra falada e escrita é o principal meio de comunicação que temos; se juntarmos com o visual, teremos um meio perfeito para expressá-la, poderemos ensinar, educar, aprender, negociar, conquistar, rezar, expressar nossos sentimentos e emoções, etc. etc., resumindo, VIVER!

 

Porém falar tem suas responsabilidades, o bom ou mau uso da palavra nos trará as consequências, e aqui se aplica o dito popular: “O que se planta, se colhe”.

 

Observe como isso acontece: se queres conhecer uma pessoa, preste atenção no que ela fala, e logo concluirás de quem se trata, mas não esqueça que o mesmo acontece em relação a você. Serás avaliado e conceituado pelo teor de suas palavras.

 

Você já pensou que responsabilidade temos no falar? Veja como grandes personagens da vida transformaram o mundo usando o poder da palavra, tanto para o bem: Cristo no sermão das montanhas, Sócrates na filosofia, Freud na psicanálise; enquanto outros infelizmente a utilizaram negativamente: Hitler, Stalin, Mussolini entre tantos outros.

 

Nesse momento você pode até me questionar “mas esses foram grandes vultos da história, não sou igual a eles. Aí você se engana! Já parou para pensar dentro de seu raio de ação a grande importância que você tem quando usa sua fala? Como você se comunica com seus pais, filhos, esposa ou esposo, amigos, chefes, subordinados, e com todas as pessoas que lhe rodeiam. Por isso não se subestime e procure fazer um bom uso desse dom maravilhoso que possuis.

 

Pense nisso.

 

 

Até a próxima e muita paz!

Custo e Benefício X Custo e Malefício

 

CUSTO E BENEFÍCIO X CUSTO E MALEFÍCIO

 

por Renato Fazzolari  

 

ENXERGAR ALÉM DO QUE SE VÊ

 

Vocês já perceberam que praticamente em tudo na vida existe uma correlação entre Custo e Benefício, e quando o somatório dos benefícios for proporcionalmente superior aos custos, isso pode determinar o sucesso tanto do indivíduo, quanto das empresas, isto porque, embora normalmente se utilize a expressão Custo x Benefício em relação ao aspecto econômico, ele está presente em todos os fatores humanos e empresariais, querem exemplos:

 

Emocional –“Investi tanto nesse relacionamento e no fim ela me deixou pelo Joãozinho.’  

     

Moral – “Apostei nesse político e agora caiu a máscara, é um ladrão, sem vergonha.’

 

Físico – “Gastei tanto tempo me preparando para essa competição, mas valeu, olha a medalha que ganhei.’

 

No entanto, nem sempre o custo está atrelado a um benefício, pode também estar atrelado, principalmente, a um malefício, conforme os dois primeiros exemplos acima, e é aí “que a coisa pega”! Pode doer no corpo, na alma e no bolso. Como analisar os três demanda muito tempo, vamos procurar nos concentrar no relacionado ao bolso, ou econômico.

 

Para sermos mais didáticos, vamos dividir esta análise do Custo x Benefício econômico em dois segmentos, um bem racional e transparente, quando o simples cálculo matemático define o resultado, exemplo:

 

Compro por 2 e vendo por 4, (4 -2 = 2); benefício obtido igual a 2.

 

Agora vamos analisar um outro Custo x Benefício, ou melhor, um custo que pode se tornar em malefício, se não tivermos o cuidado de enxergar além do que se vê, por isso achamos ser nosso dever alertar aos que compete essa responsabilidade.

 

Digamos que uma usina de açúcar e álcool esteja buscando um profissional cujo salário correto é de R$10.000.

 

Ao buscar, por um acaso encontra um profissional que preenche os requisitos do cargo, e por uma “pretensa ação” de economia, embora pudesse pagar os R$10.000, oferece R$ 8.000, e devido, sabe-se lá as circunstâncias, o profissional aceita.

 

Primeira impressão que se tem: Que ótimo negócio para a usina! Economizei, R$ 2.000, com mais encargos vai pra R$ 4.000, e multiplicado por 12 meses será R$ 48.000 ano. Parabéns! Que economia.

 

Aparentemente um Custo x Benefício positivo, mas vejamos a cegueira da visão que leva ao custo x malefício.      

 

Devemos levar em consideração que se tratando de usina, devido suas proporções, tudo que se mexe reflete em resultados econômicos de grande monta, tanto positivos quanto negativos, e nem sempre percebidos de imediato, podendo os resultados serem sentidos, e de maneira irreversível até vários anos após sua execução.

 

Exemplo: I) Na Área Agrícola, mal ou boa escolha de uma variedade, mal ou bons cuidados com os tratos culturais, erro ou acerto de estratégia de planejamento, etc, podem resultar em significativos prejuízos ou lucros, durante várias safras; II) Boa ou má competência com a administração e manutenção da frota de veículos e equipamentos (a qual representa um dos maiores custos da usina), pode resultar em alta ou baixa disponibilidade e mesmo redução da vida útil da frota; III) Na Indústria, quando se realiza uma má ou boa manutenção e/ou operação, pode-se aumentar ou diminuir as horas paradas, e você sabe quanto custa uma hora parada em uma usina? E esse raciocínio pode ser usado para qualquer outro setor.

 

Contratar alguém abaixo das faixas do mercado, ponderando que o mercado se regula por si próprio, pode acarretar algumas possibilidades, tais como:

 

A) O profissional está desinformado de seu valor de mercado, e quando descobrir o seu real valor provavelmente o reivindicará, ou procurará outra empresa que lhe pague o que considera um valor justo. B) Talvez tenha aceito por estar aquém das condições exigidas para a vaga, e daí dará o retorno proporcional à sua real condição. C) O Salário desse funcionário será um parâmetro para o equilíbrio salarial e limitará a faixa de seus pares, bloqueando a competitividade em relação ao mercado, além de deixar a empresa como presa fácil para perder seus bons profissionais para o mercado. D) Com muita probabilidade o turnover aumentará, e a reposição de profissionais com o nível de qualidade necessário será totalmente improvável.

 

Resumo da Ópera: Se não tomarmos o cuidado de não conseguir enxergar além da visão simplista do que se vê, se estará transformando o aparente Custo x Benefício em um real Custo x Malefício.

 

Pense nisso.

 

Até a próxima e muita paz!

Fornecedor e Cliente Interno

 

FORNECEDOR E CLIENTE INTERNO

 

QUAIS OS GARGALOS QUE O ESTÃO IMPEDINDO DE SER MAIS EFICIENTE?

 

por Renato Fazzolari  

 

Atualmente, mais do que nunca, a agilidade das empresas é fator determinante para torná-la competitiva ou fora do mercado. Óbvio que outros fatores também são importantes, como produto, qualidade, preço, condições de mercado e etc., mas a agilidade administrativa e operacional é de relevante importância.

 

E você sabe quem são os maiores inimigos da agilidade nas empresas? Se você pensou em gargalos, acertou em cheio. O gargalo é o grande vilão.

 

E o que são os gargalos?

 

Assim como os gargalos das garrafas, são todos os processos que afunilam os fluxos administrativos e operacionais, tornando-os morosos.  Por exemplo:

 

A falta de comunicação é um grande gargalo. A falta de uma peça ou uma máquina quebrada pode parar uma produção, e assim por diante. O conjunto de pequenos gargalos faz com que a empresa se torne lenta e tenha sua competitividade comprometida.

 

Mas o que fazer para identificar e solucionar esse problema?  

                     

Por incrível que pareça é fácil, é somente uma questão de vontade administrativa. Antigamente, pela falta de profissionais preparados, dizia-se que em terra de cego quem tinha um olho era rei, hoje, quem tem um olho é simplesmente zarolho.

 

Isso quer dizer o seguinte:

 

O potencial humano nas empresas em geral vem crescendo muito, e hoje em dia já existe um grande número de profissionais com boa formação escolar. Veja, falei potencial e não funcionário preparado. Potencial quer dizer que se o funcionário for bem desenvolvido, irá se tornar um bom profissional preparado. Entendido?

 

Pois aí é que está o segredo.

 

Todos na empresa são fornecedores e clientes internos, então porque não utilizar esse potencial humano para identificar e propor soluções nos gargalos que os afetam? “Quem calça o sapato é que sabe onde dói o calo”.

 

Com essa medida, cria-se uma autogestão operacional de baixo para cima, fazendo com que as bases possam ter a oportunidade de se tornarem mais participativas, propiciando maior automatismo, autonomia e agilidade nos fluxos operacionais, além de ser uma ação motivadora para os funcionários, que poderão mostrar seus potenciais. E ainda, se descentralizaria e descarregaria o excesso de atividades operacionais dos cargos de comando, liberando-os para assumirem as responsabilidades que suas funções exigem, e dessa forma poderem atingir com mais eficiência suas respectivas metas.

 

Vamos com custo ZERO, agilizar e aumentar a eficiência da Empresa?!!

 

Até a próxima e muita paz!……

AGRHO
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