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Por onde iniciar um novo projeto na vida

POR ONDE INICIAR UM NOVO PROJETO NA VIDA

 

DEIXE A PREGUIÇA DE LADO E SIGA PARA ALCANÇAR SEUS OBJETIVOS

 

por Renato Fazzolari

 

Durante a vida venho observando que muitas pessoas talentosas não conseguem alcançar seus objetivos, principalmente por não saberem por onde começar, e normalmente se perdem no percurso e gastam muita energia desnecessariamente, e acabam desistindo de seus ideais.

 

Pensando nisso é que preparei esta Dica, onde procurei de maneira prática e objetiva mostrar o “caminho da mina”. 

 

Por onde começar um projeto, para que as possibilidades de sucesso sejam maiores: 

 

1º – Defina o OBJETIVO do que pretende; 

 

2º – Inicie pelo começo, pelo PLANEJAMENTO; 

 

3º – Avalie o que você tem de positivo e o que falta para conciliar com seu objetivo. Neste item você irá se deparar com duas situações: as positivas e as negativas. ANALISAR do que você dispõe; tanto as coisas materiais, intelectuais e psicológicas. As positivas são etapas já conquistadas e sustentação natural para seu sucesso, porém, as negativas terão de ser vencidas, identifique-as e faça um plano para superá-las uma a uma; 

 

4º – Diante do que apurou, faça uma ESTRATÉGIA para viabilizar seu planejamento; 

 

5º – Siga passo a passo o planejado, o fundamental nesta fase é ser PERSEVERANTE, se necessário faça ajustes no caminho, mas não esmoreça com as dificuldades. Lembre-se que todo o início é uma nova plantação, não queira colher frutos antes do plantio e do tempo necessário para a planta crescer e dar frutos; 

 

6º – Não subestime a força de seus pensamentos, pois você vai precisar muito deles. Procure ter conhecimentos básicos da Lei da Atração (Física Quântica), onde iguais se atraem, por isso são fundamentais os pensamentos positivos e a automotivação (Fé). ACREDITE em Deus e em você, faça sua parte que Ele ficará na retaguarda. 

 

Sintetizando: defina o OBJETIVO; prepare o PLANEJAMENTO; ANALISE; faça a ESTRATÉGIA; PERSEVERE e ACREDITE.

 

Até a próxima e muita paz!

A Dinâmica das Faixas Salariais

 

 

A DINÂMICA DAS FAIXAS SALARIAIS 

 

COMO AS FAIXAS SALARIAIS EVOLUEM NO MERCADO

 

 por Renato Fazzolari 

 

Salário é um tema que interessa a todos, a quem paga e a quem recebe; o primeiro querendo saber como anda a sua política salarial, com a preocupação de reter profissionais e ser competitivo com o mercado. E o segundo, querendo saber como está seu salário em relação ao mercado, se está recebendo pouco, adequado ou muito.

 

No entanto, tanto o primeiro como o segundo, normalmente pouco sabem como esse mecanismo e dinamismo de identificação das faixas salariais funciona. Buscando esclarecer sobre esse tema, é que vamos fazer algumas ponderações. Porém, como o tema é complexo, e já tivemos a oportunidade de abordar sobre alguns aspectos, sugerimos para quem estiver interessado no assunto, consultar as dicas nº 7 – “Pesquisa Salarial” e a nº10  –  “Cargos Iguais, Salários Iguais”. Com esses Artigos prévios, ficará mais fácil compreender a explicação a seguir:

 

São muitas as variáveis que interferem na flutuação das faixas salariais, mas vamos nos prender às principais.

 

O mercado aquecido ou recessivo interfere diretamente no fator Oferta X Procura, e talvez seja a principal causa da flutuação das faixas salariais. Quando aquecido, as ofertas de emprego sobem, as empresas para não perderem seus talentos, ajustam os salários, bem como, para obterem bons profissionais são obrigadas a se adequarem à realidade, e passam a pagar maiores salários. Nessas condições há um aumento nas faixas dos salários no mercado. O oposto também é verdade, quando o mercado está recessivo, o custo dos salários passa a ter um peso grande nos orçamentos, e como consequência as empresas se obrigam a ajustar seus orçamentos, demitindo e reduzindo os salários. Como esse efeito é em cascata, as faixas de mercado passam a diminuir.

 

Outro fator que interfere na flutuação das faixas salariais, é a importância que o cargo teve, tem e terá na estrutura organizacional. Ex.: Você já ouviu falar de Copidesque, Datilógrafo, Kardexista? Foram cargos que tiveram sua importância no passado, mas que não existem mais, e gradativamente foram perdendo valor de mercado. Paralelamente, no caso das Empresas Sucroenergéticas e no Agronegócio em geral, com a expansão da colheita mecanizada e com o custo que uma frota passou a ter nessas empresas, os cargos voltados para cuidar dessas frotas, como os da manutenção, passaram a se valorizar mais e inflacionaram as faixas de mercado.

 

Sempre que o mercado tiver a necessidade da atuação mais forte de um segmento de profissionais, ex.: Quando o custo do dinheiro for preponderante, a categoria valorizada será a dos profissionais da área financeira. Quando a necessidade é de vender mais, os profissionais valorizados serão os da área Comercial e Marketing, e assim sucessivamente; lembrando que quando a situação se estabiliza, pode ocorrer o oposto, e as faixas de mercado caírem.

 

Outro fator é a realidade de cada empresa em relação ao mercado; localização, ambiente interno, condições que oferecem aos funcionários, imagem que possuem no mercado, condições econômica e financeira, perspectiva de futuro, entre outras condições. E no lado do assalariado é importante saber qual a condição em que se encontra, como está em relação aos demais profissionais de seu nível, o que tem feito para se atualizar e especializar no cargo que exerce, como o seu cargo está cotado no mercado, se está em evolução ou não, como avalia seu próprio Currículo, etc.

 

Todos esses fatores são básicos para despertar o entendimento de como funciona o dinamismo e a evolução das faixas salariais do mercado, e ajudar, no caso das empresas a ter uma boa política salarial, e no lado do assalariado a saber sua realidade em relação a seu ganho.

 

Até a próxima e muita paz!

Ouça!

OUÇA!!!

 

VOCÊ SABE OUVIR?

 

por Renato Fazzolari

 

Já percebeu como existem tantos cursos de oratória, com os quais se aprende como falar melhor? Nesses cursos ensinam que a fala deve vir acompanhada de expressão corporal, facial, movimento das mãos e até do corpo todo; o olhar é muito importante, a tonalidade da voz, a emoção, o conteúdo que vai comunicar, etc. Em síntese, para falar bem deve-se utilizar o corpo inteiro, o interno (a inteligência), e o externo (o físico), mas nem sempre esses cursos ensinam que para falar bem é necessário primeiro saber ouvir, e como ouvir.

 

Ouvir é uma das mais importantes funções que temos, no entanto, nem sempre sabemos utilizar.

 

Antes de falarmos sobre o ouvir, é importante que entendamos a função da audição. Ouvir é receber mensagens codificadas através de sons ou outros meios, que nossa mente decodifica para nosso entendimento, emoções e sentimentos.

 

Entendido isto, analisemos algumas maneiras de ouvir. A mais comum é através do som, que chega em nossos ouvidos, alguém que fala, o cachorro que late, uma tábua que cai, etc.

 

Mas existem muitas outras maneiras de ouvirmos, pois estamos ouvindo o tempo todo, seja pelo externo ou o interno, ou seja, o som que vem de fora, e o que vem de nós mesmos, através do pensamento, com o qual dialogamos o tempo todo.

 

A visão também é uma outra forma de audição, ou seja, quando estamos lendo algo, a mensagem fala conosco; por exemplo, ao observarmos uma paisagem como um pôr do sol, ou uma tempestade, isso nos causa sensações. No caso da pessoa surda, ela ouve pela visão dos sinais. Nos relacionamentos as expressões dos olhares podem dispensar o som das palavras para transmitir a mensagem. Os sinais através dos gestos, o dedão para cima ou para baixo indicando aprovação ou negação, etc.

 

A audição também pode ser seletiva, veja no caso da concentração, quando estamos focados em algo com interesse, somos capazes de excluir outros sons.

 

A emoção é um fator muito importante na maneira como ouvimos, pois dá a qualidade ao que ouvimos, tanto externa quanto internamente, por exemplo, se estamos tristes, alegres, nervosos e etc., o que ouvirmos estará diretamente associado a essas emoções, e consequentemente ouviremos a mesma mensagem que outra pessoa possa estar ouvindo, porém o sentido poderá ser bem diferente.

 

Podemos captar a mensagem que chega a nós sem o som externo, simplesmente pelo tato, como se dá com o deficiente visual que consegue ler em braile, ou mesmo a sensação de um abraço afetuoso, ou uma agressão física.

 

Poderíamos estender esse tema por muitas páginas, mas o importante é que se entenda a função do ouvir, e identifiquemos se sabemos utilizar esse precioso dom a nosso favor. Nós somos o resultado de tudo que permitimos entrar em nós, ou seja, se somos felizes, ou infelizes, alegres ou tristes, educados ou não, pacíficos ou revoltados, compreensivos ou intolerantes, ou, ou…..

 

Perceberam a importância do Ouvir? Ouvir é o principal canal de todas as mensagens que formam nossa personalidade, e o mais importante é que podemos selecionar o que permitimos ouvir, essa decisão é só nossa!

 

Até a próxima e muita paz!

Seleção x Custos

QUAL A CORRELAÇÃO ENTRE SELEÇÃO E CUSTOS NA USINA?

 

por Renato Fazzolari

 

Qual o custo da tonelada de cana em sua usina?

 

Simples, vá no setor de custos e peça a planilha que ela irá te mostrar. Mas será que ela vai te mostrar o custo real, ou será somente uma constatação histórica, do quanto você está pagando para produzir a tonelada de cana?

 

Pois bem, como tudo que se planta se colhe, a consequência de uma boa ou má plantação só aparecerá após diversas safras, e aí restará a planilha de custos lhe informar, novamente, o quanto estará custando sua cana. Deu para perceber que custo não é a causa, mas a consequência do que você fez lá atrás?

 

Mas, e a causa, onde está?

 

Está na qualidade de sua equipe de profissionais que planejou e executou o plantio, e essa equipe é resultado de uma SELEÇÃO de profissionais que foi feita lá atrás. Se forem bons profissionais, os custos futuros serão menores, caso contrário pague a conta e não reclame.

 

O exemplo acima deve ser projetado para todos os outros setores da Usina, ou de qualquer outra empresa, pois os resultados são sempre consequências de ações praticadas por profissionais. Seguem outros exemplos para melhor compreensão: – Se você comprar mal pensando estar comprando bem, pois comprou mais barato, o dano pode aparecer na frente, trazendo um prejuízo bem maior que o aparente lucro que teve na compra. – A boa ou má manutenção de seus equipamentos vai aumentar ou diminuirá a vida útil e a disponibilidade da frota. – Se se tem uma má ou boa administração, o reflexo e consequências aparecerão em todos os setores da organização. – Se não auditar corretamente o que está acontecendo em todos seus departamentos, o susto no futuro poderá ser fatal. – Um “simples” operador de carregadeira, poderá detonar milhões de reais ao encurtar a vida do equipamento, ou, se bem operado, trazer uma alta produtividade com baixo custo de manutenção.

 

Poderíamos preencher várias páginas com outros exemplos, mas creio que já deu para perceber o quanto é vital, e qual a real importância de se ter um bom quadro de profissionais, o qual sempre será o resultado de uma boa e criteriosa SELEÇÃO.

 

No meu tempo de ginásio, quando resolvíamos uma equação de matemática, tínhamos que concluir com as siglas “CQD”, que quer dizer, “Como Queríamos Demonstrar”. Então espero que o nosso CQD, entre SELEÇÃO e CUSTOS, possa lhe ser útil para o sucesso da Usina! 

 

E um questionamento final: Que importância a Usina está dando para fazer uma boa SELEÇÃO de seus profissionais?

 

Até a próxima e muita paz!

Ferrari X Bicicleta

 

FERRARI X BICICLETA

 

COMO VOCÊ TEM USADO VOCÊ NA VIDA?

 

 por Renato Fazzolari

 

É interessante como para tudo pode-se usar a analogia para o aprendizado. Os antigos, em sua sabedoria, sabiam que pela analogia era mais fácil de ter uma compreensão, e por isso utilizavam as “historinhas” comparativas. Então porque não utilizarmos a mesma metodologia, visto que sempre funcionou com o ser humano? Por isso faremos esta analogia entre a Ferrari, que é conhecida como um veículo repleto de tecnologia e recursos, de fácil dirigibilidade, fácil de transpor distâncias com conforto e velocidade; e uma simples bicicleta, que por mais sofisticada que possa ser, tem enormes limitações e muito esforço para conduzi-la.

 

Qual dos dois veículos você gostaria de ter para viajar? A Ferrari ou a bicicleta?

 

Pois bem, parece óbvio que a Ferrari. Mas será que você tiraria bom proveito da mesma, ou só a utilizaria para viagens curtas e mostraria status, subutilizando-a?

 

Aqui paramos, para fazer tal analogia:

 

Você sabe qual é a máquina mais perfeita que existe em nosso planeta? Se fizer uma pausa para reflexão, vai concluir sem grandes esforços que é…. o corpo humano, esse mesmo que você tem! Nenhuma Ferrari, Lamborguine ou Maserati, por mais tecnologia que possuam, chegam perto da complexidade e perfeição do corpo humano. Os milhões, bilhões de anos, sei lá quanto tempo, foram aprimorando nossa estrutura corporal (e espiritual), nos dotando de recursos fantásticos, e autonomia para que possamos fazer esta incrível viagem que se chama Vida.

 

Então você pode me perguntar, e as pessoas que têm a “máquina quebrada”, que tem algumas peças com defeito, como os paraplégicos, cegos, surdos, etc. E eu lhe respondo; dentro dessa complexidade do ser humano, existe um recurso que poucos sabem utilizar, que se chama “força de vontade”. Alguns exemplos poderão elucidar o que falamos, vejamos: Stephen Hawking, cientista inglês, que só conseguia se comunicar pelo movimento das pálpebras, construiu teorias inteligentíssimas; Beethoven, surdo, se tornou um dos mais importantes compositores que a humanidade conhece; Ray Charles e Stevie Wonder, cegos, tocavam piano, e cantavam maravilhosamente bem; Albert Einsten, tido como limitado na infância, se tornou uma das maiores inteligências já conhecidas. A lista é interminável, pena que no espaço que dispomos não podemos nos alongar muito. Mas o tema dá “pano para a manga”.

 

E a nossa “bicicletinha”, que mencionamos acima, onde entra? Se você percebeu, ela está embutida nos exemplos acima, onde pessoas com muitas limitações realizaram pela vida, grandes viagens, independente do veículo que possuíam; souberam pedalar com suas forças de vontade e percorreram longas estradas até atingirem seus objetivos, enquanto outros, com suas Ferraris, jamais souberam otimizar os recursos de que dispunham e não fizeram nada mais do que viagens medíocres.

 

Agora que você já tem consciência da tremenda máquina que a vida lhe deu, como está dirigindo sua vida? Está sabendo percorrer sua própria viagem, ou só sabe reclamar das estradas? Sabe onde quer chegar? Qual a rota que você segue para chegar ao destino que escolheu?

 

Até a próxima e muita paz!

De DP a RH

 

DE DP A RH

 

A EVOLUÇÃO DO SETOR E O QUE ESPERAR DO FUTURO?

 

por Renato Fazzolari

 

Antes e durante os anos de 1950, o cenário nacional era ainda muito provinciano, existiam poucas Indústrias de porte, as empresas em geral eram familiares e administravam de maneira primitiva e intuitiva. Para essas condições, o DP (Departamento do Pessoal) cuidava da Folha de Pagamento e das obrigações trabalhistas, e como era o departamento do PESSOAL, respondia também de maneira bem caseira às demais demandas que se referiam às pessoas, cuidavam de salários, aspectos de assistencialismo, disciplina etc.

 

A partir dos anos 1960, o país começou a se industrializar, principalmente pela vinda de muitas empresas internacionais, as quais trouxeram uma cultura mais profissionalizada, e menos familiar. O DP deles tinha um outro apelido, se chamava RI, ou seja, Relações Industriais, que foi o sucessor do DP e precursor do RH.

 

O RI já era bem mais estruturado, tinha os setores definidos de: Recrutamento e Seleção, Cargos Salários e Benefícios, Serviço Social, e como havia escassez de profissionais, introduziram o setor de Treinamento, e o nosso velho DP deixou seu protagonismo e passou a ser mais um integrante do jovem RI.

 

Para se ter uma ideia bem compacta de como as empresas procuravam atrair os profissionais, nos anúncios de emprego, realçavam que a empresa oferecia: restaurante, condução, assistência médica, seguro de vida, que era um grande diferencial positivo. Este é um ponto muito importante, que chamo a atenção, pois com a evolução do tempo, esses fatores continuam sendo um fator diferencial, só que negativo, para as empresas que nem isso oferecem.

 

Mas a denominação RI, dava a conotação de ser um departamento que só atendia a indústria, o que não correspondia com a realidade. E o restante da empresa? Também não era beneficiada por esses serviços? E também perceberam que a empresa não tinha como funcionar se não tivesse a força humana a trabalhar, daí que surgiu o título de RH (Recursos Humanos) que adotamos atualmente.

 

Mas, com essa resumida história, o que queremos demonstrar, é que não houve somente a mudança de nomenclatura de DP a RH, o que aconteceu foi uma significativa mudança de realidade, tudo evoluiu, os grandes desafios e conquistas da área aconteceram muito significativamente, o título RH (RECURSOS HUMANOS) teve de enfrentar fortes desafios em seu percurso, e vencê-los para se afirmar como um órgão vital para as organizações.

 

O que se percebe claramente é que neste curto espaço de tempo, dos anos 60 aos anos atuais, o progresso forçou fortes e contínuas mudanças na realidade do país, e exigiu muita inteligência, e coragem e profissionalização para o RH se adaptar a essas exigências, e o que fica mais claro ainda é que essas mudanças continuarão ainda mais agressivas e rápidas.

 

Dentro deste contexto, as perguntas que necessitam de respostas objetivas, são: Será que os profissionais da área, e os empresários se aperceberam que a única constância que a área de RH tem enfrentado em toda a sua caminhada foram as mudanças? Se já se despertaram que após a última grande mudança, que foi a pandemia, a próxima grande mudança que apenas está começando é a IA (Inteligência Artificial)? E tomaram ciência do crescimento e importância que o RH terá de assumir nesse novo cenário? E ainda, como, e o que os profissionais da área estão fazendo para enfrentar essa nova realidade? 

 

Até a próxima e muita paz!

Características da Liderança – Paciência e Autocontrole

CARACTERÍSTICAS DA LIDERANÇA – PACIÊNCIA E AUTOCONTROLE

 

VOCÊ TEM AS CARACTERÍSTICAS PARA SER UM BOM LÍDER?

 

por Renato Fazzolari

 

Se sempre que nos relacionarmos com outras pessoas, nos colocarmos na posição do outro e procurarmos compreender qual o sentimento que devemos ter provocado, ficará mais fácil para entendermos o efeito de nossas ações.

 

Faça um retrospecto das pessoas que de certo modo tiveram uma hierarquia superior a você durante a vida, ou seja, atuais e antigos chefes, professores, colegas, familiares, etc. Dentre essas pessoas, procure identificar quais eram mais impulsivas, inconstantes, intransigentes, agressivas, impacientes; separe das que eram mais equilibradas, moderadas, tranquilas, compreensivas, carinhosas, pacientes.

Agora ou depois com mais tempo, responda para você mesmo: Com quem você se sentiria melhor, cooperaria, estaria mais motivado, respeitaria, e quem preferiria ter como líder?

 

A menos que você tenha forte tendência ao masoquismo, com certeza sua resposta vai recair sobre a segunda opção, as pessoas mais sensatas, equilibradas e pacientes. Certo?

 

Com essa rápida análise, você já tem uma das características essenciais que se requer para uma pessoa se tornar um líder eficiente. Ser PACIENTE.

 

Mas, em termos práticos, o que é necessário para exercer a paciência?

 

Vou dar um exemplo simples que mudou o destino do mundo:

Na segunda guerra mundial, os alemães tinham a guerra quase que vencida; eis que surge a figura imponente do grande líder dos aliados, Sir Winston Churchill, com sua paciência de Inglês e uma figura segura e tranquila, sorridente, calma, que foi capaz de transmitir otimismo e confiança aos seus comandados. Esse foi o fator determinante para que estes conseguissem ânimo suficiente para se superarem e derrotarem os inimigos.

A química que ocorreu nessa missão quase que impossível foi simples. Todo o exército pensou: “Se o comandante está com toda essa confiança é porque ele deve ter motivo e certeza que iremos vencer, então vamos em frente que a vitória será nossa. ”

 

Nas empresas, quando o líder ou o que está investido com essa função for emocionalmente instável, inconstante, não souber dominar seus nervos; com certeza desestabilizará seus comandados.

O oposto também é verdadeiro, o Líder que tem PACIÊNCIA e AUTOCONTROLE terá autoridade de fazer com que os comandados se sintam mais seguros, confiantes, participativos, motivados, e atinjam os resultados com maior eficiência.

 

Se você está em uma função que exige liderança, ou tem a pretensão de se tornar um líder, lembre-se, paciência e autocontrole! Ninguém aprende com teoria, somente com a prática, então comece a praticar essas virtudes. 

 

Até a próxima e muita paz!

Avaliação de Desempenho X Acompanhamento de Desempenho

 

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO X ACOMPANHAMENTO DE DESEMPENHO

 

SERÁ QUE AVALIAR NÃO É POLICIAR, E ACOMPANHAR NÃO É ESTAR JUNTO?

 

por Renato Fazzolari

 

 Alguma vez você já teve seu desempenho avaliado? Ou já teve a oportunidade de avaliar alguém?


Qual a sensação que sentiu em ambas as situações?


Não foi alguma coisa do tipo de auditagem? Não houve uma certa apreensão e tensão, e não ocorreu-lhe de colocar em cheque a justiça com que o processo ocorreu?


E a memória de tempo (principalmente essas avaliações convencionais que são feitas de ano em ano), será que de fato, se levou em consideração o desempenho que ocorreu em todos os períodos que perfizeram esse ano inteiro, ou só os fatos mais recentes é que estiveram sendo levados em consideração?


Ah! E a simpatia ou antipatia, ou mesmo o protecionismo ou perseguicionismo, será que tiveram alguma influência? E se no dia da avaliação, o avaliador estiver com algum problema pessoal.


Afinal o ser humano é uma criatura muito inconstante, é de sua natureza ser inconstante, uns mais que outros, mas todos são inconstantes, e de repente pode-se ter um viés no resultado e na imagem de um profissional, prejudicando-o em uma simples canetada.


Não que eu seja contrário à Avaliação de Desempenho, pelo contrário, até acho que existem uns instrumentos muito bons, e sendo praticados com a melhor das boas intenções e competência. O que ponho em dúvida é o termo ‘Avaliação’ e a periodicidade com que normalmente é praticada.


Atualmente, tantos recursos bons têm surgido e ajudado as empresas a otimizar o relacionamento com seus funcionários, então acredito que está na hora das empresas perceberem que a nossa tão velha conhecida ‘Avaliação de Desempenho’ já devia dar lugar a um instrumento mais ajustado para a realidade atual, ou seja, um instrumento que não seja uma ‘Avaliação’, mas um Acompanhamento de Desempenho, um instrumento e filosofia que possa ser educativo, e não de auditagem; que possa ser dinâmico no dia a dia, e não com uma periodicidade tão grande; que faça com que acompanhador e acompanhado interajam de maneira a aumentarem sua performance e eficiência; que não cause apreensão e sim satisfação quando for realizado.


E mais, quando enfim acompanhador e acompanhado interagirem positivamente e com maturidade, o instrumento pode até deixar de existir, pois já cumpriu seu objetivo de incorporar na cultura da empresa o hábito das pessoas se respeitarem, se ajudarem e se relacionarem como verdadeiros profissionais.


Pensem nisso!

 

Até a próxima e muita paz!

Fazer ou não fazer, eis a questão.

FAZER OU NÃO FAZER, EIS A QUESTÃO.

 

VOCE TOMA DECISÕES PROFISSIONAIS, OU ……?

 

por Renato Fazzolari

 

Quem se depara com qualquer tipo de cargo de mando, sempre encontrará desafios que exigirão tomadas de decisões, e a este caberá a decisão de fazer ou não fazer o que deve ser feito.  FAZER OU NÃO FAZER? EIS A QUESTÃO.

 

No dia a dia, a rotina é tocada normalmente, porém quando o novo aparece, e tem que se decidir, aí surge a dúvida; DEVO TOMAR UMA NOVA DECISÃO OU FAZER COMO SEMPRE FIZ?

 

Se ele decidir fazer o novo, ele se deparará com duas hipóteses:

 

1ª poderá dar certo o que vier a fazer, ou,

2ª poderá dar errado.

 

O sucesso das empresas está alicerçado sempre nas decisões certas, de maneira que se ocorrer a 1ª alternativa e ele acertar, estará somando para que a empresa atinja suas metas e obtenha melhores resultados, afinal ele está lá para isso.

 

No caso de acontecer a 2ª alternativa, ou seja: dar errado, ele poderá ficar chateado, e até correr algum risco (o que faz parte dos cargos de mando), porém o que normalmente acaba acontecendo, é que ele aprenderá com o erro, adquirirá mais experiência e provavelmente da próxima vez acertará.

 

Todavia, o perigo está no profissional que por uma questão de acomodação, falta de coragem, incompetência e principalmente por autoproteção, sempre arruma uma maneira de não tomar nenhuma nova decisão, e nada de novo fazer. Esse tipo de profissional dificilmente errará, mas com certeza também nunca acertará. Estará protegido pelo “manto da omissão”, e se sempre agir assim, dependendo do grau de importância do seu cargo, com o tempo poderá até quebrar a empresa.

 

Observação importante: Nos dias atuais, as mudanças ocorrem em uma velocidade incrível, e em matéria de empresas, em menos de sete anos tudo muda literalmente.

 

Então podemos constatar que cada vez mais os profissionais terão de tomar decisões e fazer as coisas acontecerem, pois caso contrário, se esconderem-se atrás de uma inércia e não participarem ativamente com suas decisões para acompanharem o processo natural das mudanças, fatalmente em pouco tempo ficarão ultrapassados, e serão responsáveis pelas desatualizações e atrofias das empresas em que trabalham.

 

Vale ressaltar que, quanto mais alto o cargo, mais importante é a função de tomada de decisões.

 

Até a próxima e muita paz!

Cuidados que se deve ter nas comunicações

 

CUIDADOS QUE SE DEVE TER NAS COMUNICAÇÕES

 

por Renato Fazzolari  

 

COMUNICAR-SE PARA OBTER RESULTADOS, OU DESCARREGAR EMOÇÕES?

 

A comunicação existe para que haja entendimento entre as partes, e pode-se dar por muitas maneiras, pela palavra falada ou escrita, por gestos, por insinuações, através de terceiros, por áudio visual, por…, por…

 

Como o assunto é muito extenso, vamos nos limitar à comunicação mais comum e usual, a que se dá através da palavra falada ou escrita.

 

Quando pensarmos em nos comunicar, é bom que pensemos primeiro como recebemos a comunicação dos outros; se for de uma pessoa que confiamos e respeitamos, receberemos com atenção e consideração, caso contrário, desde o início será uma comunicação comprometida e fadada ao fracasso.

 

Como percebemos, um fator importante no mecanismo da comunicação está diretamente ligado a algo aparentemente subjetivo, ou seja, damos ou não crédito ao comunicador? O respeitamos? E é a esse crédito e respeito que devemos nos ater e conquistar se quisermos ser bem sucedidos.

 

Pensando nisso é que faremos algumas ponderações:

 

Devemos saber que cada indivíduo é único e tem seus próprios valores e crenças, de maneira que teremos os mais diversos tipos de ouvintes, que não obrigatoriamente tenham nossos valores.

 

Iremos encontrar pessoas diferentes em relação a: religiões; tendências politicas; simpatias por agremiações esportivas; formações educacionais; regiões geográficas e respectivos hábitos, costumes e valores; pessoas mais racionais, outros mais emocionais; uns mais maduros e outros menos; uns…, outros…; e para ajudar a complicar, a qualquer momento que nos comunicamos cada um estará em um estado emocional diferente, alguns alegres e em paz, outros vivendo momentos difíceis, e com a cabeça em outras preocupações.

 

Como podemos notar, há uma infinidade de circunstâncias que podem influenciar na transmissão e na recepção das comunicações para que elas sejam bem sucedidas, pois se batermos de frente com uma contrariedade do ouvinte ou leitor, a comunicação tenderá a ter um ou outro viés, e poderá ter efeito contrário ao pretendido.

 

Diante disso, sugerimos alguns cuidados que deveremos ter para uma comunicação eficiente. Vejamos alguns cuidados e como proceder:

 

     •  Que nossas palavras sejam a expressão da verdade e acompanhadas de sinceridade, pois se for pego na mentira, todo o restante será comprometido. Se suas ações forem contrárias ao que estás comunicando, o efeito será o mesmo, um desastre;

 

     •  Respeite os valores dos que lhe ouvem; como ninguém é dono da verdade, também nós não somos; deixe uma válvula aberta caso venha descobrir que cometeu um equívoco;

 

      •  Esqueça sua posição de pretensa superioridade ou submissão; procure se expressar como se fosse igual ao que vai ser comunicado. A empatia (capacidade de se identificar com o outro) é um fator muito forte para que sua mensagem seja aceita;

 

      •  Tenha humildade, porém com firmeza e segurança no que está dizendo, pois orgulho, vaidade e arrogância são os ingredientes perfeitos para detonar qualquer comunicação;

 

     •  Mesmo que o que irá comunicar não seja uma boa notícia, procure passar a mensagem com boa intenção, carregando-a de sentimento de amor e esperança, pois a linguagem do coração, todos entendem;

 

   •  E finalmente, mesmo que ocorrer revezes que sejam contrários à sua intenção, seja maduro e resiliente; analise as considerações contrárias com senso crítico e respeitoso. Pode ser que o equívoco seja seu, mas se estiver convicto de que o que está comunicando é o mais correto, se prepare com argumentos mais convincentes e defenda a sua opinião, procurando o entendimento e convencimento de quem lhe contextuou.

 

A comunicação é uma arte, que vale a pena ser desenvolvida. Experimente praticar e ficará muito recompensado com os resultados!

 

Pense nisso.

 

Até a próxima e muita paz!

AGRHO
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