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O que é importante para ser um Profissional de Sucesso

 

O QUE É IMPORTANTE PARA SER UM PROFISSIONAL DE SUCESSO

 

O QUE OS EMPRESÁRIOS REALMENTE DESEJAM DE UM PROFISSIONAL?

 

por Renato Fazzolari  

 

Alguma vez você já se fez a seguinte pergunta: “O que é importante para eu alcançar sucesso profissional?” Caso ainda não tenha feito, ainda há tempo!

 

Para auxiliar o raciocínio, sugiro inicialmente que analise alguns fatores que lhe ajudarão a definir um rumo para o futuro, tais como:

 

   a) Qual a expectativa que a empresa/empresário tem sobre o cargo que vai contratar.

 

        b) O atual momento que passa o segmento que você atua, e as tendências do mercado.

 

Vamos iniciar pelo item (a): Antes de sabermos as expectativas da empresa/empresário, necessitamos saber quem são eles. É comum quando se fala em empresa/empresário, achar que se está falando de algo homogêneo, e que as expectativas nas contratações sejam sempre as mesmas. Este é um grave engano, pois cada empresa/empresário possui uma realidade diferente, com necessidades e expectativas nada comuns entre si. Vejamos alguns fatores que merecem ser ponderados quando buscamos analisar “O QUE É UMA DETERMINADA EMPRESA/EMPRESÁRIO”:

 

  • O Porte da empresa – se é pequena, média ou grande;
  • A Região geográfica que se encontra – se é uma boa cidade, um lugar distante, com ou sem infraestrutura, etc.;
  • A Condição Econômica / Financeira – se é sólida ou em dificuldades, etc.;
  • A Perspectiva atual e futura – se é promissora, está em expansão, defasada, decadente, etc.;
  • A Idade, física e mental – se é nova, moderna, madura, senil, e isso nada tem a ver com o tempo de fundação;
  • O Ramo de atuação, Clima Organizacional, Cultura, etc… e principalmente;
  • A Mentalidade empresarial!

Fica claro para você, que as empresas, apesar de serem até do mesmo ramo, são muito diferentes entre si e que cada uma tem característica, personalidade e realidade própria?

 

Vejamos agora o item (b): O momento do mercado e do segmento.

 

Vamos exemplificar para ficar mais fácil o entendimento. Você ouviu falar ou se lembra (isso ocorreu na década de 80) quando o “monstro” da inflação estava totalmente sem controle, chegando até acima de 80% ao mês? O mercado, nessas condições, era totalmente comprador e as empresas não tinham problemas em relação à venda de seus produtos; sendo que as empresas ganhavam dinheiro no mercado financeiro. Para se ter uma ideia do cenário na época, as grandes redes de supermercados compravam seus produtos mais caros que o preço de venda, porém a prazo. Como vendiam à vista, o montante faturado diariamente era aplicado no mercado financeiro. Com a correção monetária alta, quando vencia o prazo para pagar os fornecedores, o ganho no mercado financeiro era muito mais significativo. Nessas circunstâncias, os cargos que mais se valorizaram no mercado foram os da área financeira, pois era nessa área que se ganhava ou perdia dinheiro.

 

Terminada essa fase, com a inflação voltando a patamares “civilizados”, as empresas não mais ganhavam dinheiro da forma apresentada acima, visto que o mercado comprador já podia comparar os produtos em relação a preço, qualidade e condições de pagamento. Dessa maneira, as empresas tiveram que se moldar a essa nova realidade, em que o preço de venda era limitado. Tiveram que ganhar dinheiro internamente, melhorando a qualidade e reduzindo os custos. Dessa forma, a “bola da vez” passou a ser a área de Produção, que tinha de produzir melhor e com mais qualidade. Consequentemente, os cargos atrelados à produção, qualidade e custos foram os que mais se valorizaram.

 

Outro fator ainda a ser ponderado é a modernização e atualização dos cargos. Vamos novamente exemplificar: Nas décadas de 70 e 80, existia um cargo que era tido como a “prima dona” das empresas, principalmente metalúrgicas: o Ferramenteiro. Esse profissional era um misto de operador, altamente qualificado, com um bom toque de artista, pois as matrizes das peças que confeccionava eram feitas em baixo relevo, ou seja, uma escultura, que iria servir como molde para a fabricação das peças. Até aqui deu para ter uma ideia da importância desse cargo? Pois bem, atualmente, com a evolução tecnológica, o trabalho do Ferramenteiro foi substituído por um estagiário que saiba mexer com programas de computador, e o cargo de Ferramenteiro perdeu seu status e seu valor.

 

Conseguiu entender o dinamismo da evolução e importância de cada cargo? Já conhece a realidade da empresa em que você está trabalhando ou pretende trabalhar? Qual o cenário do mercado e a importância que tem seu cargo nesse contexto? E, finalmente, o cargo que você exerce está em processo de evolução ou até em extinção? Estes questionamentos devem fazer parte de uma análise básica para você começar a se planejar profissionalmente.

 

Neste ponto já podemos dar uma DICA muito importante: Você não é um cargo, e sim um profissional! Os cargos são meios para que você possa realizar o seu trabalho. Planeje sua carreira, isso será ótimo para você e para quem o contratar.

 

A próxima DICA é fundamental, pois apesar das empresas/empresários serem diferentes entre si, há um ponto no qual são unânimes: não gostam de contratar mais cargos, e sim profissionais que os ajudem a obter LUCROS.

 

Se você souber como fazer com que o cargo que você está exercendo ou irá exercer, possa trazer LUCROS para a empresa, e souber demonstrar como isso acontece, você pode ter certeza que estará no caminho certo para se tornar um profissional de sucesso.

 

É bom começar a pensar a respeito.

 

Até a próxima e muita paz!

Você É Assertivo?

 

VOCÊ É ASSERTIVO?

 

E O QUE ISSO TEM A VER COM A SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL?

 

por Renato Fazzolari

 

Periodicamente surgem palavras que entram em moda, e fazem sucesso, e, no entanto, nem sempre as pessoas sabem exatamente o significado, falam porque ouviram falar e acharam bonito.

A língua portuguesa, apesar de ter uma ortografia e gramática muito difícil, tem como compensação uma riqueza incrível de palavras. E o que são as palavras? São o meio mais simples de expressar uma ideia, uma imagem, um conceito, um sentimento, coisas concretas e abstratas. Você já imaginou se para nos comunicar tivéssemos que mostrar o que queríamos comunicar, por exemplo: um lápis, se pegaria um lápis e o mostraria, não seria simples? Agora, faça o mesmo com uma montanha.

Dentro desse cenário, vamos aproveitar para comentar sobre uma palavra que está na moda, que expressa um conceito interessante, mas que nem todos sabem exatamente o significado. Estamos nos referindo a palavra “Assertividade”, que se escreve com “ss” e não com “c”.

Para aclarar a comunicação, fomos ao Google, e obtivemos o que segue: “Assertividade” deriva de “asserto” que significa uma proposição decisiva. Ou seja, uma pessoa que demonstra assertividade é autoconfiante, que não tem dificuldades em expressar a sua opinião. E tem mais, assertividade é uma competência emocional que determina que um indivíduo consegue tomar uma posição clara, que não fica “em cima do muro”. Uma pessoa assertiva afirma o seu eu e sua autoestima, demonstra segurança e sabe o que quer e qual alvo pretende alcançar.

O que se constata com muita frequência, são pessoas que reclamam a vida inteira que não são reconhecidas profissionalmente, que não têm sorte, que foram preteridas para uma promoção por outra menos competente, e uma série de outros “choramingos”.

Essas pessoas em parte, realmente tem razão, podem ser competentes, porém o que lhes falta é serem “assertivas”. Vale ressaltar uma constatação significativa, a de que as empresas, através de seus empresários e executivos, vivem buscando  pessoas que, além de competência, também e principalmente sejam profissionais de personalidade firme, proativas, que lhes passem confiança, que saibam expor suas ideias sem receios, enfim, o que eles mais procuram são profissionais “assertivos”.

E assertividade não serve só para a vida profissional, é uma postura muito apreciada no lar, na sociedade, nos relacionamentos em geral; mas cuidado, da mesma maneira que competência sem assertividade, não leva ao sucesso, o contrário também é verdade, assertividade sem competência poderá lhe trazer muitos problemas.

Se quiser ter sucesso na vida, procure ser assertivo, mas não se esqueça de se preparar para também ser competente.

Lembre-se “Sucesso só vem antes do trabalho no dicionário.” (Albert Einstein).

 

Até a próxima e muita paz!

Fornecedor e Cliente Interno

 

FORNECEDOR E CLIENTE INTERNO

 

QUAIS OS GARGALOS QUE O ESTÃO IMPEDINDO DE SER MAIS EFICIENTE?

 

por Renato Fazzolari  

 

Atualmente, mais do que nunca, a agilidade das empresas é fator determinante para torná-la competitiva ou fora do mercado. Óbvio que outros fatores também são importantes, como produto, qualidade, preço, condições de mercado e etc., mas a agilidade administrativa e operacional é de relevante importância.

 

E você sabe quem são os maiores inimigos da agilidade nas empresas? Se você pensou em gargalos, acertou em cheio. O gargalo é o grande vilão.

 

E o que são os gargalos?

 

Assim como os gargalos das garrafas, são todos os processos que afunilam os fluxos administrativos e operacionais, tornando-os morosos.  Por exemplo:

 

A falta de comunicação é um grande gargalo. A falta de uma peça ou uma máquina quebrada pode parar uma produção, e assim por diante. O conjunto de pequenos gargalos faz com que a empresa se torne lenta e tenha sua competitividade comprometida.

 

Mas o que fazer para identificar e solucionar esse problema?  

                     

Por incrível que pareça é fácil, é somente uma questão de vontade administrativa. Antigamente, pela falta de profissionais preparados, dizia-se que em terra de cego quem tinha um olho era rei, hoje, quem tem um olho é simplesmente zarolho.

 

Isso quer dizer o seguinte:

 

O potencial humano nas empresas em geral vem crescendo muito, e hoje em dia já existe um grande número de profissionais com boa formação escolar. Veja, falei potencial e não funcionário preparado. Potencial quer dizer que se o funcionário for bem desenvolvido, irá se tornar um bom profissional preparado. Entendido?

 

Pois aí é que está o segredo.

 

Todos na empresa são fornecedores e clientes internos, então porque não utilizar esse potencial humano para identificar e propor soluções nos gargalos que os afetam? “Quem calça o sapato é que sabe onde dói o calo”.

 

Com essa medida, cria-se uma autogestão operacional de baixo para cima, fazendo com que as bases possam ter a oportunidade de se tornarem mais participativas, propiciando maior automatismo, autonomia e agilidade nos fluxos operacionais, além de ser uma ação motivadora para os funcionários, que poderão mostrar seus potenciais. E ainda, se descentralizaria e descarregaria o excesso de atividades operacionais dos cargos de comando, liberando-os para assumirem as responsabilidades que suas funções exigem, e dessa forma poderem atingir com mais eficiência suas respectivas metas.

 

Vamos com custo ZERO, agilizar e aumentar a eficiência da Empresa?!!

 

Até a próxima e muita paz!……

Preconceito – Você Defende Ideias Pré-estabelecidas?

 

PRECONCEITO – VOCÊ DEFENDE IDEIAS PRÉ-ESTABELECIDAS?

 

REVER CONCEITOS E CRESCER PROFISSIONALMENTE.

 

por Renato Fazzolari

 

Pra cantar samba não preciso de razão

Pois a razão está sempre dos dois lados…..”

mais adiante, ainda diz,

“Cego é quem vê só aonde a vista alcança….”

                                               (Filosofia do Samba – Paulinho da Viola)

 

 

Nestas últimas Dicas tenho procurado despertar o entendimento sobre aspectos psicológicos que inibem o nosso crescimento, tanto como pessoa, quanto como profissional, e como o aspecto pessoal está diretamente ligado ao sucesso profissional, então vamos procurar mexer e melhorar a base. Refiro-me a você como pessoa.

 

Preste atenção nas mensagens da música do Paulinho da Viola: “A razão está sempre dos dois lados” e “Cego é quem vê só aonde a vista alcança”.

 

Você gosta de quem é preconceituoso, radical, intolerante? Normalmente pessoas assim são aquelas que acreditam em uma pretensa verdade, eles necessitam ter uma “razão” para se comportarem desse jeito. Se auto justificam, achando que estão cobertos de razão para agirem da maneira como agem.

 

Dois fatores são muito fortes para levarem as pessoas a agirem dessa maneira:

 

     a) Necessidade de pertencerem a alguma coisa, um grupo, clube, religião, partido político, enfim a alguma coletividade e, consequentemente às regras, normas, filosofia e comandos ditados por essas coletividades. Inconscientemente, passa a defender o ideal imposto, sem maiores questionamentos a essa verdade (razão) que adota, submetendo-se a uma “pretensa verdade”. Na pior das hipóteses aceita mansamente ser “massa de manobra”. Este fator está diretamente ligado à necessidade de se sentir segurança, de pertencer a um grupo, seja esse grupo bom ou ruim.

 

          b) O lado afetivo é outro fator preponderante, o qual determina a necessidade e o desejo que o indivíduo tem de ser aceito e desejado, consequentemente, reforça a postura de ser fiel às opções que escolheu pertencer (ou seja, de ser de…, tornar-se propriedade de…) a algum grupo, e novamente, inconscientemente adotam uma postura fiel, porém, radical, preconceituosa e intolerante.

 

Com essas posturas, vai justificar plenamente o que o Paulinho da Viola diz, pois subestima que a razão pode estar também do outro lado, e torna-se cego, só enxerga até onde a vista alcança, e a visão está limitada à verdade (razão) que escolheu.

 

Dessa maneira, todos e em qualquer situação, que não compartilharem com suas ideias e valores, instantaneamente serão repelidos, perde-se o senso de realidade, e a nobreza da humildade. Adota-se uma postura politicamente correta de ouvir educadamente o opositor, porém, internamente desenvolverá o cinismo do preconceito, que adquire pelo radicalismo das ideias que adotou.

 

Neste ponto, você deve estar se perguntando, e o que tem isto a ver com minha vida pessoal e profissional? E eu lhe direi que tem tudo a ver, pois, seja honesto consigo mesmo e faça uma análise vertical e horizontal, ou seja, como você e seus valores (razões) avaliam todas as pessoas de seu relacionamento, familiares, amigos, subordinados, pares, superiores? E a mesma pergunta serve para que você se autoquestione: COMO SERÁ QUE ESTOU SENDO AVALIADO POR ELES?  Será que seus valores, “verdades/razões” não necessitam ser revistos? Será que esses mesmos valores o estão ajudando em sua vida pessoal e carreira profissional, ou o estão atrapalhando?

 

Durante muitos anos de vida profissional, e na maior parte do tempo atuando num lado neutro, pude observar, e lastimar que grandes talentos foram preteridos profissionalmente, e tiveram insucessos nos seus relacionamentos pessoais, exatamente por suas fraquezas de personalidade, as quais se revestiam ilusoriamente de opiniões fortes, bem como, a preguiça e falta de inteligência de rever seus conceitos. Lembre-se de que não há no mundo ninguém que seja dono da verdade, e uma certeza da vida são as mudanças.

 

Pense nisso!

 

Até a próxima e muita paz!

Custo e Benefício X Custo e Malefício

 

CUSTO E BENEFÍCIO X CUSTO E MALEFÍCIO

 

por Renato Fazzolari  

 

ENXERGAR ALÉM DO QUE SE VÊ

 

Vocês já perceberam que praticamente em tudo na vida existe uma correlação entre Custo e Benefício, e quando o somatório dos benefícios for proporcionalmente superior aos custos, isso pode determinar o sucesso tanto do indivíduo, quanto das empresas, isto porque, embora normalmente se utilize a expressão Custo x Benefício em relação ao aspecto econômico, ele está presente em todos os fatores humanos e empresariais, querem exemplos:

 

Emocional –“Investi tanto nesse relacionamento e no fim ela me deixou pelo Joãozinho.’  

     

Moral – “Apostei nesse político e agora caiu a máscara, é um ladrão, sem vergonha.’

 

Físico – “Gastei tanto tempo me preparando para essa competição, mas valeu, olha a medalha que ganhei.’

 

No entanto, nem sempre o custo está atrelado a um benefício, pode também estar atrelado, principalmente, a um malefício, conforme os dois primeiros exemplos acima, e é aí “que a coisa pega”! Pode doer no corpo, na alma e no bolso. Como analisar os três demanda muito tempo, vamos procurar nos concentrar no relacionado ao bolso, ou econômico.

 

Para sermos mais didáticos, vamos dividir esta análise do Custo x Benefício econômico em dois segmentos, um bem racional e transparente, quando o simples cálculo matemático define o resultado, exemplo:

 

Compro por 2 e vendo por 4, (4 -2 = 2); benefício obtido igual a 2.

 

Agora vamos analisar um outro Custo x Benefício, ou melhor, um custo que pode se tornar em malefício, se não tivermos o cuidado de enxergar além do que se vê, por isso achamos ser nosso dever alertar aos que compete essa responsabilidade.

 

Digamos que uma usina de açúcar e álcool esteja buscando um profissional cujo salário correto é de R$10.000.

 

Ao buscar, por um acaso encontra um profissional que preenche os requisitos do cargo, e por uma “pretensa ação” de economia, embora pudesse pagar os R$10.000, oferece R$ 8.000, e devido, sabe-se lá as circunstâncias, o profissional aceita.

 

Primeira impressão que se tem: Que ótimo negócio para a usina! Economizei, R$ 2.000, com mais encargos vai pra R$ 4.000, e multiplicado por 12 meses será R$ 48.000 ano. Parabéns! Que economia.

 

Aparentemente um Custo x Benefício positivo, mas vejamos a cegueira da visão que leva ao custo x malefício.      

 

Devemos levar em consideração que se tratando de usina, devido suas proporções, tudo que se mexe reflete em resultados econômicos de grande monta, tanto positivos quanto negativos, e nem sempre percebidos de imediato, podendo os resultados serem sentidos, e de maneira irreversível até vários anos após sua execução.

 

Exemplo: I) Na Área Agrícola, mal ou boa escolha de uma variedade, mal ou bons cuidados com os tratos culturais, erro ou acerto de estratégia de planejamento, etc, podem resultar em significativos prejuízos ou lucros, durante várias safras; II) Boa ou má competência com a administração e manutenção da frota de veículos e equipamentos (a qual representa um dos maiores custos da usina), pode resultar em alta ou baixa disponibilidade e mesmo redução da vida útil da frota; III) Na Indústria, quando se realiza uma má ou boa manutenção e/ou operação, pode-se aumentar ou diminuir as horas paradas, e você sabe quanto custa uma hora parada em uma usina? E esse raciocínio pode ser usado para qualquer outro setor.

 

Contratar alguém abaixo das faixas do mercado, ponderando que o mercado se regula por si próprio, pode acarretar algumas possibilidades, tais como:

 

A) O profissional está desinformado de seu valor de mercado, e quando descobrir o seu real valor provavelmente o reivindicará, ou procurará outra empresa que lhe pague o que considera um valor justo. B) Talvez tenha aceito por estar aquém das condições exigidas para a vaga, e daí dará o retorno proporcional à sua real condição. C) O Salário desse funcionário será um parâmetro para o equilíbrio salarial e limitará a faixa de seus pares, bloqueando a competitividade em relação ao mercado, além de deixar a empresa como presa fácil para perder seus bons profissionais para o mercado. D) Com muita probabilidade o turnover aumentará, e a reposição de profissionais com o nível de qualidade necessário será totalmente improvável.

 

Resumo da Ópera: Se não tomarmos o cuidado de não conseguir enxergar além da visão simplista do que se vê, se estará transformando o aparente Custo x Benefício em um real Custo x Malefício.

 

Pense nisso.

 

Até a próxima e muita paz!

Trabalho – Benção ou Castigo?

 

TRABALHO – BENÇÃO OU CASTIGO?

 

VOCÊ ENTENDE O QUE O TRABALHO REPRESENTA EM SUA VIDA, PESSOAL E PROFISSIONAL?

 

por Renato Fazzolari

 

“Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.”

Quem falou isto não fui eu, foi Confúcio, um dos maiores sábios que já existiu!

 

Você já percebeu que a palavra “Trabalho”, vem sempre carregada de uma imagem ruim, como se fosse um verdadeiro castigo?

 

Essa imagem já vem de longe, está até na Bíblia, onde diz que quando Adão e Eva, que viviam no Paraíso, em um tremendo “dolce far niente”, ou seja, o “doce fazer nada”, quando desrespeitaram a Deus e comeram do “fruto proibido”, Deus ficou tão bravo que os expulsou do Paraíso, em outras palavras, mandou-os ganhar a vida através de seus próprios esforços, querendo dizer, “vão trabalhar”.

 

Parece que daí em diante, o trabalho começou a ser associado a castigo, e castigo é ruim. Mas, será que trabalho realmente é ruim, é um castigo, ou será que são as pessoas que têm isso na cabeça?

 

Você alguma vez perdeu o emprego, ficou sem trabalho? Se você nunca passou por esta situação, é uma pena, pois deixou de ter uma experiência muito rica; deixou, por exemplo, de saber que o “dolce far niente” é muito bom quando se está cansado e se sai de férias. Porém quando se é forçado a não fazer nada, quando se está desempregado, o papo é outro. Pode até ser que no começo sinta uma sensação de alívio, mas gradativamente a coisa vai mudando, os compromissos financeiros precisam ser cumpridos, ao chegar ao fim do mês não tem salário, já se começa a cansar de descansar, o sentimento de impotência começa a tomar conta, e com este, vem a  sensação de inutilidade e fracasso, as pessoas mais próximas já lhe olham com certa desconfiança, aí você começa a se cobrar e entrar no negativismo, e no desespero.

 

Quem já viveu esta experiência irá concordar com o que estou dizendo, e quem ainda não teve esta experiência, fique preparado, pois o mecanismo é esse, e mais cedo ou mais tarde pode acontecer com você, mas não precisa ficar com medo, pois na vida tudo passa, e é bom estar preparado e agir com calma e inteligência, se acaso essa situação acontecer com você.

 

Eu disse acima que é uma pena quem ainda não passou por esta experiência, e você pode estar perguntando – “por que pena”? E aí vou lhe dizer que é uma pena, pois quem não teve esta experiência, ainda não descobriu que o trabalho é uma benção, é uma das coisas mais maravilhosas que a vida nos presenteou.

 

Na prática, o que lhe faz infeliz com o trabalho, o que lhe deixa cansado, estressado, e com medo de perder o emprego, é a forma equivocada que sua cabeça pensa a respeito do mesmo.

 

Se você tirar seu sentimento de medo e negativismo, e encarar com coragem, otimismo e fé sua vida profissional, descobrirá coisas maravilhosas que só o trabalho poderá lhe proporcionar, tais como:  

Realização profissional e pessoal; Auto sustento / ganhos; Independência econômica; Oportunidade de relacionamento com pessoas interessantes; Aprendizagem de todo tipo; Treinamento e exercício da criatividade; Desenvolvimento da maturidade; Disciplina; Sociabilização; Aprender a obedecer e a liderar; Expandir a vida social; Adquirir novos amigos; Atualização e aprimoramento profissional; Aprender a enfrentar desafios e saber como suplantá-los; Respeitar, ser respeitado e se auto respeitar; Adquirir satisfação e prazer no que faz; Conhecer o comportamento humano, em situações distintas; Aprender a compartilhar; Aprender a dominar as emoções; Se estimular e vibrar com as conquistas; Ir em busca de ambições saudáveis; Se auto conhecer; Sentir o prazer da missão cumprida; Sentir-se útil para você mesmo, para os familiares, para a sociedade; Poder ajudar ao próximo com conhecimento e até com condições financeiras. 

 

E não para por aí, se você puxar pela memória vai encontrar muitas outras coisas. Dependendo de sua forma de encarar sua vida profissional, vai perceber que trabalhar não é sofrimento, trabalhar é diversão, é alegria; o trabalho é uma escola de viver, que ainda nos paga para aprender, é vida, é uma benção que recebemos.

 

Levando-se em consideração que ninguém gosta de uma pessoa amarga e negativista, e, se você perceber e entender o que acabamos de lhe passar, no mínimo duas coisas maravilhosas acontecerão em sua vida; a primeira, você passará a ser muito mais feliz profissionalmente e pessoalmente; e a segunda, a sua probabilidade de sucesso será muito maior, pois um profissional feliz tem muito mais possibilidades de crescer profissionalmente.

 

Até a próxima e muita paz!

O Poder da Palavra

 

O PODER DA PALAVRA

 

por Renato Fazzolari  

 

VOCÊ SABE USAR DESSE DOM? 

 

Será que temos o suficiente conhecimento, maturidade e responsabilidade para usar o Dom da Palavra? Ao menos sabemos como ela funciona, e o poder que possui?

 

Pensando nisso, resolvi estudar o assunto e compartilhar com vocês o que apurei.

 

A fala é uma conquista do ser humano, que durou eras para chegar ao estágio em que se encontra na atualidade. As palavras que emitimos é o que podemos chamar de um verdadeiro milagre, é um composto de som, vibração, energia, ritmo, inteligência, sentimento, e é elaborada pelo pensamento, que transforma ideias abstratas em mensagens físicas. É realmente um dom fantástico, um privilégio do ser humano.

 

A palavra falada e escrita é o principal meio de comunicação que temos; se juntarmos com o visual, teremos um meio perfeito para expressá-la, poderemos ensinar, educar, aprender, negociar, conquistar, rezar, expressar nossos sentimentos e emoções, etc. etc., resumindo, VIVER!

 

Porém falar tem suas responsabilidades, o bom ou mau uso da palavra nos trará as consequências, e aqui se aplica o dito popular: “O que se planta, se colhe”.

 

Observe como isso acontece: se queres conhecer uma pessoa, preste atenção no que ela fala, e logo concluirás de quem se trata, mas não esqueça que o mesmo acontece em relação a você. Serás avaliado e conceituado pelo teor de suas palavras.

 

Você já pensou que responsabilidade temos no falar? Veja como grandes personagens da vida transformaram o mundo usando o poder da palavra, tanto para o bem: Cristo no sermão das montanhas, Sócrates na filosofia, Freud na psicanálise; enquanto outros infelizmente a utilizaram negativamente: Hitler, Stalin, Mussolini entre tantos outros.

 

Nesse momento você pode até me questionar “mas esses foram grandes vultos da história, não sou igual a eles. Aí você se engana! Já parou para pensar dentro de seu raio de ação a grande importância que você tem quando usa sua fala? Como você se comunica com seus pais, filhos, esposa ou esposo, amigos, chefes, subordinados, e com todas as pessoas que lhe rodeiam. Por isso não se subestime e procure fazer um bom uso desse dom maravilhoso que possuis.

 

Pense nisso.

 

 

Até a próxima e muita paz!

Aprendendo com o Futebol

 

APRENDENDO COM O FUTEBOL

 

EM QUE O FUTEBOL PODE AJUDAR NA ESTRUTURAÇÃO ORGANIZACIONAL?

 

por Renato Fazzolari

 

Desde criança, aprendi a gostar muito de futebol, e não só praticava, pois era uma das poucas opções de esporte na época, como desde então, tenho acompanhado as evoluções que ocorreram.

 

Como praticante não fui dos melhores, pois não tinha grande talento, porém me diverti muito e creio que valeu a pena. No entanto, acompanhando a evolução do futebol e associando à minha carreira profissional, aprendi muito, e inclusive apliquei com sucesso nas consultorias que prestei nas empresas clientes. Vou explicar como isso se deu:

 

Quando inventaram o futebol, o esquema que os times adotavam era 1 goleiro, 2 zagueiros (um no lado direito e outro no esquerdo), 3 zagueiros centrais e 5 atacantes, então o time se compunha da seguinte formação: 1, 2, 3 e 5 = 11 jogadores.

 

Com a evolução do futebol, os técnicos procuraram criar estratégias, de maneira a otimizarem os recursos dos jogadores (profissionais) de suas equipes, a se destacarem sobre os adversários (concorrentes). Como exemplo, temos a Seleção do Brasil do Tri em 1970, que adotou o esquema 1, 4, 2, 4, ou seja: 1 goleiro, 4 zagueiros (defensores) 2 meio campistas e 4 atacantes. Com essa estratégia e os talentos dos jogadores de então, o Brasil ganhou a Copa do Mundo.

 

Para quem não está familiarizado com essa “linguagem futebolística”, basta entender que, o que ocorreu foi uma estratégia inteligente que otimizou o talento dos jogadores (profissionais) às condições existentes, tornando o time mais eficiente que os adversários (concorrentes).

 

Mas a vida continuou, e logo os adversários (concorrentes), perceberam que se quisessem ser competitivos, teriam que encarar a realidade e criar estratégias mais inteligentes. Daí surgiu esquemas do tipo: 1,5,2,3 – 1,4,5,1 e até novas filosofias de jogar, tais quais o Carrossel Holandês, a famosa “Laranja Mecânica” em que todos jogavam em todas as posições, ou mesmo o mais recente e bem sucedido “Tiki-taka” espanhol, e assim por diante.  Mas o que é importante saber é que a evolução cria desafios e para suplantá-los, exige que se tenha criatividade e ousadia.

 

Isto que estamos expondo, mostra que os acomodados vão ficando para trás, dando lugar aos mais competentes. Isso tem nome e se chama “SELEÇÃO NATURAL”, que a vida é mestre em colocar em prática.

 

Agora que você se tornou um expert em futebol, vamos expor o analogismo do Futebol com as Estruturas Organizacionais e Comportamentais das empresas.

 

Informática, Internet, Google, cursos de formação e especialização de profissionais, MBAs, explosão demográfica, consumismo, novas tecnologias, mudanças na economia, novas culturas e necessidades, globalização etc. Todas essas coisas, juntamente com muitas e muitas outras, que estão acontecendo nos últimos tempos, e de maneira muito acelerada, têm exigido das empresas muita criatividade para se manterem e suplantar seus concorrentes. A boa notícia é que juntamente com as dificuldades, também têm surgido grandes oportunidades para serem exploradas.

 

No entanto, o que se tem observado, é que apesar das evidências, e a exemplo do que ocorre com o futebol, onde os mais aptos e criativos obtém sucesso, e os mais acomodados o insucesso, muitas empresas insistem em continuar conservadoras, e muito lerdas para se modernizarem e se adequarem às exigências dos novos tempos.

 

Para sintetizarmos o que queremos dizer, e darmos a “DICA” de hoje, sugerimos que analise se a sua estrutura organizacional está adequada. Dê uma rápida observada em seus respectivos organogramas; será que como no futebol, você mantém o tradicional esquema, 1, 2, 3, 5 (ultrapassado), ou será que através dos tempos tentou um esquema mais inteligente e dinâmico, que lhe trouxe e traz mais eficiência e otimização na organização? Treinou ou treina seus profissionais para se adaptarem aos novos desafios e oportunidades que o mercado apresenta? A Estrutura Organizacional e Comportamental de sua empresa ou de seu departamento, tem se atualizado proporcionalmente aos desafios que a modernidade vai apresentando? Ou será que você se auto engana e “tapa o sol com a peneira”, colocando remendos novos em roupas velhas?

 

Pare para pensar, saia do comodismo, ouse enquanto é tempo; sua atitude fatalmente irá fazer a diferença, e será responsável pelos resultados que vier a obter.

 

 

Até a próxima e muita paz!

Você pode ser um grande orador!

 

VOCÊ PODE SER UM GRANDE ORADOR!

  

por Renato Fazzolari

  

O QUE É NECESSÁRIO PARA SE TORNAR UM BOM ORADOR?

 

Quantos bons oradores você conhece? Você é orador? Para responder essas questões vamos primeiramente entender o que é ser orador.

 

Orador é quem ora, se comunica, principalmente pela palavra, mas também pela escrita. Quem ora está fazendo uma oração, se comunicando, de maneira que a pessoa que se comunica está em um ato de oração.

 

Por hábito nos acostumamos a achar que orar, fazer uma oração é quando rezamos, porém, na prática oração é quando nos comunicamos, quando passamos para uma ou mais pessoas mensagens, que podem ser boas ou ruins.

 

Neste ponto, já deu para entender que, queira ou não queira você é um orador. Você fica em oração (comunicação) o tempo todo, com outras pessoas e principalmente com você mesmo, neste caso basta observar o teor de seus pensamentos. Mas o que importa para você é saber se você é um bom ou um mau orador, e para isso vamos explicar.

 

Para você se comunicar, alguns requisitos precedem sua oração, ou seja:

 

1º – Você precisa pensar no que vai comunicar;

2º – Para pensar, você deve ter consciência (conhecimento ou saber) principalmente do motivo e da intenção que o está levando a se comunicar, e para isto é necessário saber ouvir e estudar sobre o tema de sua oratória.

 

Feito isto, você estará apto a se comunicar, não esquecendo que a comunicação tem mão dupla: a que sai do orador, que por sinal é o primeiro a usufruir de sua própria oração (que pode ser boa ou ruim), e a que volta do interlocutor, a qual é muito importante o orador saber ouvir sem preconceito, e com intenção de entendimento e não de confronto, pois o confronto exacerba o orgulho e a vaidade, e obscurece a razão.

 

Seguindo essa linha, para ser um bom orador são importantes alguns cuidados, tais como: ter humildade; passar as mensagens com o intuito benevolente; ser paciente; transmitir passando firmeza e segurança; ser carinhoso, com fala mansa; ser alegre e otimista; e principalmente ter amor no coração. É interessante que na palavra coração já está embutida a palavra “oração”, que por si só já define todos os atributos que devem conter em uma boa comunicação, e também a palavra “ação”, que é uma atitude de agir, atuar sobre algo.

 

Vale a pena ressaltar que quando nos comunicamos todo o nosso corpo participa, não adianta querermos dissimular, pois se formos incoerentes e tendenciosos, nossos gestos, nossa postura, a energia e magnetismo que transmitirmos irá nos denunciar, e consequentemente nossa fala soará falsa e sem efeito, e nossa escrita facilmente será contestada e cairá em descrédito.

 

Agora você já sabe que é um orador nato! Basta avaliar se é um bom ou mau orador, se auto questionando como você tem se comunicado quando está orando para uma coletividade; ou em uma simples reunião, seja ela profissional, social ou familiar; quando na conversação individual com outra pessoa; ou principalmente quando conversar consigo mesmo.

 

Se você já é um bom orador, parabéns! Continue se aprimorando! Mas se ainda não está satisfeito consigo mesmo, treine, pratique, que com o tempo atingirá essa meta e todos os benefícios que dela advém.

 

Pense nisso.

 

Até a próxima e muita paz!

Diga-me suas ideias e lhe direi com quem andas

 

DIGA-ME SUAS IDEIAS E LHE DIREI COM QUEM ANDAS.

 

 

PELA LEI DA ATRAÇÃO ATRAÍMOS OS IGUAIS A NÓS.

(FÍSICA QUÂNTICA).

 

 por Renato Fazzolari

 

 

O dito popular, “Diga-me com quem andas que lhe direi quem és” tem meia verdade, pois com quem andamos é fruto do que atraímos, do que somos.

 

Você já parou para pensar, no que e o que pensa? Quais os sentimentos que coloca em seus pensamentos? Que ideia nasce do que pensa? Se seus pensamentos tem um teor positivo, construtivo, de amor e fraternidade, ou são carregados de negativismo, críticas, vingança, derrotismo, ódio etc.  Se ainda não parou para pensar, é bom parar e pensar, pois pela lei da atração, na física quântica, está provado que somos verdadeiros ímãs, e atraímos exatamente o que somos, e somos o que pensamos.

 

Você já deve ter ouvido falar em “Orai e Vigiai”, pois bem, quando se diz vigiai, se refere a vigiar quem e o quê? Por deformação de hábito fazemos isso pensando no externo, com referência aos outros e as outras coisas, aos acontecimentos do cotidiano, e com isso ocupamos toda nossa mente que se esquece de pensar no ESSENCIAL, no interno, ou seja, VIGIAR NOSSOS PRÓPRIOS PENSAMENTOS.

 

Para lhe ajudar a constatar o que estamos dizendo, faça um teste com você mesmo, escolha determinadas horas do dia, e pegue seu pensamento em flagrante. Analise em que está pensando, e para seu controle marque em um papel se é um bom ou mau pensamento. Faça isso e no final de uma semana veja a contagem.

 

Mas no “Orai e Vigiai”, ainda falta nos referirmos ao “orai”. Todos os bons pensamentos são uma forma de oração, para os religiosos pode ser uma prece, mas só fazer prece sem boas obras não tem valor.

 

O pensamento carrega consigo ondas eletromagnéticas, que por harmonização com outras ondas de pensamento irão levar e atrair pensamentos de igual teor, e consequentemente estaremos influenciando e sendo influenciados pelas irradiações vibratórias que emitimos.

 

Por isso não se diga vitimado pelas circunstâncias, assuma sua responsabilidade consigo e para com os outros, procure se auto vigiar e fazer uma oração prática e dinâmica, e constate como tudo em sua volta melhorará, vida familiar, profissional, social e principalmente você com você mesmo; e consequentemente atrairá pessoas melhores para se relacionar.

 

 

Até a próxima e muita paz!

AGRHO
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