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O Medo

 

O MEDO

 

SABE O QUE O MEDO FAZ EM VOCÊ?

 

 por Renato Fazzolari 

 

 

O que vamos comentar abaixo pode ser uma pedra no caminho de muitas pessoas, tanto profissionalmente como socialmente, afetivamente ou outros “mentes”, e também pode explicar uma das principais características das pessoas de sucesso. Esperamos que você esteja enquadrado nas pessoas de sucesso, mas de qualquer maneira é bom conferir.

 

Se dividíssemos as pessoas em duas categorias, as bem e as mal sucedidas, com certeza, no geral encontraríamos duas características determinantes no divisor das águas, ou seja: nas bem sucedidas a característica predominante é a coragem, as que já souberam dominar os seus  MEDOS. E nas mal sucedidas, é o MEDO, as que ainda não sabem utilizar sua coragem.

 

Existem dois tipos de medos, os bons, que são os instintivos, que são naturais e se herda ao nascer e ajuda na prevenção dos perigos reais; e os medos ruins que são artificiais, criados ou impostos na imaginação das pessoas, que faz com que se veja perigo onde ele não está, e com isso inibe as ações e são os principais responsáveis pelos insucessos.

 

É bom lembrar que os medos ruins estão diretamente relacionados com as frustrações, a covardia, os fracassos, as insatisfações, os desvios de personalidade, a submissão, a inveja, entre outras, e são gerados principalmente pela falta de Fé em Deus e em si mesmo. Com essa carga nas costas como é que o indivíduo pode ser feliz?

 

Em função dessa importância do Medo, vamos procurar entendê-lo.

 

Se o medo já extrapolou o aceitável, se está atrapalhando a vida da pessoa, se já é algo paralisante que não a deixa crescer, então está na hora de se tomar uma atitude. Para tal vamos fazer algumas ponderações:

 

1º É fundamental se conscientizar que o medo realmente o está atrapalhando. Por exemplo: Quando não consegue deslanchar profissionalmente; Quando faz com que o relacionamento seja deficiente; etc.

 

É necessário saber até que grau esse medo já se estendeu, se é um grau leve, ou crônico. Para se saber é necessário um auto-exame; para isso basta verificar em quais situações que se achou capaz e sabe que poderia ter tido sucesso, mas em função do medo não conseguiu ir adiante, e por faltar coragem não foi atrás de seu objetivo. “Foge ao invés de enfrentar os desafios”. Não esquecer que o medo pode se camuflar sob outros apelidos, tais como: timidez, vergonha, etc.

 

2º Se o caso for mais crônico, um medo patológico (doentio), então é aconselhável buscar uma ajuda psicológica, pois pode ser que o medo esteja relacionado com um problema inconsciente, e resolver essa situação é fundamental para seguir adiante.

 

3º Se o caso for leve, a solução pode ser mais simples do que se imagina, basta um exercício de pensamento. Alertamos, não combata o medo diretamente pensando sobre ele, isso só fará com que o mesmo aumente. O ‘macete’ é se desconectar do pensamento negativo, introduzindo pensamentos positivos e agradáveis; mude o padrão vibratório, ouse acreditar em si próprio e Naquele para quem você reza; arrisque ter um pouco de coragem e vá em frente. Essa fórmula funciona!!! Com o tempo a confiança irá se estabelecer e gradativamente vencerá seus temores. Tudo é uma questão de exercitar a coragem, e de um auto-treinamento.

 

O importante é saber que coragem “ é o antídoto do medo”, que está dentro de cada ser, basta despertá-la que ela está prontinha para servir e conduzir o indivíduo ao sucesso e à felicidade. Vale a pena tentar, não custa nada e além do mais é bom e gratificante!!!

 

 

Até a próxima e muita paz!

 

A Arte de Ser Liderado

 

A ARTE DE SER LIDERADO

 

PARA VOCÊ SER UM LÍDER, SABIA QUE É IMPORTANTE APRENDER A SER LIDERADO?

 

por Renato Fazzolari 

 

Vocês perceberam que só existem informações, das mais diversas maneiras, de como se deve proceder para ser um líder, um comandante? São cursos, palestras, cobranças de todos os tipos; basta ter um grupo, seja lá qual for, que o indivíduo fica sob pressão de ter que se comportar como líder, ou então, será um liderado; e a cultura dita que, se o Líder é tido como o sucesso, o liderado será o oposto, o que o deixará com o sentimento de inferioridade, ou até mesmo de fracasso.

 

Será mesmo que saber ser liderado é negativo? Ou será que simplesmente se esqueceram que, para chegar a qualquer liderança, ser liderado é um estágio obrigatório? E que todos, sem exceção, mesmo sendo lideres, também são liderados.

 

Exemplifiquemos:

 

O mais simples dos cargos em uma empresa, é liderado (comandado) pelo Supervisor do Departamento, que por sua vez é liderado pelo Chefe da Divisão, que é liderado pelo Gerente, que por sua vez é liderado pelo Diretor ou Dono da empresa.

 

Ah… Finalmente chegamos ao topo da liderança; o Dono, esse enfim não terá a quem se reportar. Não é verdade?

 

NÃO, não é verdade, o Dono será comandado (liderado) por outros tipos de lideranças, às quais terá de se submeter, ou seja: os Clientes, as Leis, consequentemente aos Governantes, aos Concorrentes (estes o forçarão a se adaptar às condições do mercado), e a uma série de outros comandos, os quais têm seus próprios líderes que ditarão as regras, às quais terá que obedecer.

 

Como podemos observar, obrigatoriamente, todos somos liderados, então porque não considerarmos essa realidade, da qual não podemos escapar?

 

Brilhar e ser um sucesso não requer obrigatoriamente ser o “Comandante Mor”, essa posição pode ser uma meta, ou um estímulo, mas não uma obsessão. O percurso pode ser muito mais estimulante e gratificante.

 

Exemplos na vida confirmam isso:

 

Quantos Papas existiram que foram (colocados como) os Líderes maiores da igreja católica e ninguém sequer sabe quem foram, e no entanto, outros simples religiosos se tornaram Santos.

 

Quantos Generais foram medíocres, enquanto soldados rasos se tornaram heróis.

 

Patrões desconhecidos, abrigaram profissionais super talentosos.

 

Professores anônimos tiveram como alunos pessoas que brilharam em suas carreiras profissionais.

 

Poderíamos preencher páginas e páginas relatando exemplos, no entanto, basta você olhar ao seu redor para constatar inúmeros exemplos que comprovarão o que estamos relatando.

 

O importante é nos conscientizarmos de que temos o poder de ser um sucesso como liderados, mas desde que para isso nos tornemos brilhantes líderes, não necessariamente de outros, mas obrigatoriamente LÍDERES DE NÓS MESMOS, que assumamos o comando de dirigir com firmeza o rumo de nossa própria vida.

 

O sucesso será uma mera consequência e uma questão de tempo. E com esta postura seremos no mínimo, muito mais felizes e realizados como pessoa.

 

 

Até a próxima e muita paz! 

 

Para Reflexão

 

PARA REFLEXÃO

 

SERÁ QUE NO MERCADO DE TRABALHO NO BRASIL EXISTE PRECONCEITO?

 

por Renato Fazzolari  

 

O que tem em comum as seguintes pessoas?

 

Oscar Niemeyer, Silvio Santos, Roberto Marinho, Dr. Euryclides Zerbini,  Chico Anísio, Luiz Felipe Scolari (Felipão), Winston Churchill, Gandhi, Chico Xavier, Divaldo Franco, Papa Francisco, Papa João Paulo II, Delfim Netto, Fernando Henrique Cardoso, Albert Einstein, Roberto Carlos, Henri Nestlé, Cora Coralina, Ray Kroc, Dona Ivone Lara, Rubens Ometto, Charles Chaplin, Bernardo Bertolucci, Donald Trump, Albert Sabin, Sigmund Freud,  Carl Gustav Jung, Thomas Edson, Nelson Mandela, Martinho da Vila, Ziraldo, Roberto Burle Marx, Abraham Lincoln, Antonio Ermírio de Moraes, e etc…

 

Em comum é que se essas pessoas, em suas respectivas épocas e especialidades, tivessem que concorrer no mercado de trabalho brasileiro, estariam excluídas automaticamente, mesmo antes de serem entrevistadas, pois tinham idade superior a 60 anos no auge de suas carreiras. No entanto, mesmo após os 60 anos, todos tiveram uma incrível vida produtiva de sucesso em suas respectivas áreas de trabalho.

 

Procurei na legislação se tem alguma lei que proíbe se contratar pessoas com mais de 50, 55, 60 anos de idade, e não encontrei nada a esse respeito, daí cheguei à conclusão que: Infelizmente, o “pré-conceito” parte da própria cultura e dos profissionais que estão na ativa, tanto os mais jovens, quanto os não tão jovens, o que acaba se constituindo em um verdadeiro “bullying” social, e incalculável desperdício de talentos, logo em um país que é tão carente de bons profissionais.

 

Esta “Dica” serve como um alerta a todos, pois não podemos nos omitir da grande injustiça que está sendo praticada nos dias atuais, e nem nos esquecermos de que o tempo é implacável, e que mais cedo ou mais tarde, todos, tirando os que morrerão no caminho, chegarão aos 50 e 60 anos, e se nada for feito até lá para mudar a presente situação, terão de enfrentar dificuldades até muito maiores do que os atuais profissionais com mais de 50 anos estão enfrentando no presente.

 

Pense, e se possível aja sobre isso!!!

 

 

Até a próxima e muita paz!

Evangelho, Amor e Liderança

 

EVANGELHO, AMOR E LIDERANÇA

  

UMA FÓRMULA MILENAR DE LIDERAR COM SUCESSO.

  

por Renato Fazzolari 

 

De uns tempos para cá, temos observado que grandes orientadores, que escrevem sobre comportamento, encontram no Evangelho uma fonte preciosa para seus ensinamentos.

 

Isso é muito bom, pois se há mais de 2.000 anos a Bíblia tem sido  guia do correto proceder, é porque seu conteúdo tem grande valor, e é muito bom que pesquisadores sérios identifiquem fórmulas, baseadas nesses ensinamentos para que possamos utilizá-las na prática.

 

No livro “O Monge e o Executivo”, o autor James Hunter, foi muito feliz quando adaptou a Epístola aos Coríntios, para uma analogia e utilização prática de como se transformar Amor Sentimento em Amor Comportamento, aplicando o modelo na Liderança.

 

Vejamos o que diz a Epístola:

 

“O amor é paciente, bom, não se gaba nem é arrogante, não se comporta inconvenientemente, não quer tudo só para si, não condena por causa de um erro cometido, não se regozija com a maldade, mas com a verdade, suporta todas as coisas, aguenta tudo, o amor nunca falha”.

 

Vejamos quais atributos que existem neste texto e que são aplicados para um líder ser bem sucedido.

 

Começamos pela frase que está explícita:

 

“O Amor é paciente e bom”: Aqui existem duas características bem definidas: Paciência e Bondade.

 

Agora vejamos as outras que estão subentendidas:

 

“O amor não se gaba nem é arrogante”: Quer dizer, é Humilde.

 

“Não se comporta inconvenientemente”: Ou seja, tem Respeito.

 

“Não quer tudo só para si”: Isto quer dizer, Abnegação; não é egoísta.

 

“Não condena por causa de um erro cometido”: Quem não condena, Perdoa.

 

“Não se regozija com a maldade, mas com a verdade”: aqui fica evidente que se refere à Honestidade.

 

Por fim, “Suporta todas as coisas, aguenta tudo, o amor nunca falha”: Quem tudo suporta, e aguenta acreditando que atingirá sua meta, está comprometido, tem o Compromisso.

 

Com essas analogias, podemos tirar deste ensinamento Bíblico, as seguintes características que tornam um Líder eficaz:

 

PACIÊNCIA – BONDADE – HUMILDADE – RESPEITO – ABNEGAÇÃO – PERDÃO – HONESTIDADE – COMPROMISSO.

 

E ainda mais, ensina como fazer do Amor um meio de Comportamento Ativo e factível, no lugar do Amor Sentimento que é Passivo.

 

Que tal colocar esse amor ativo em prática?

 

 

Até a próxima e muita paz!

Você sabe o que é ser resiliente?

 

VOCÊ SABE O QUE É SER RESILIENTE?

 

por Renato Fazzolari

 

SER RESILIENTE É UMA VIRTUDE OU OBRIGAÇÃO PROFISSIONAL?

 

Periodicamente surgem palavras novas no mercado de trabalho que se tornam modismo, e passam a fazer parte dos Currículos, como se fossem um atributo diferenciado de qualificação.

 

Isso tem acontecido com a palavra “Resiliência”, e para que possamos entender o que ela quer dizer, vamos analisar seu significado.

 

Resiliência é um termo oriundo do latim resiliens, que significa voltar ao estado normal, principalmente após alguma situação crítica e fora do comum, ou em outras palavras, após sofrer alguma pressão, retornar ao estado normal em que estava antes da pressão recebida.

 

Como exemplo, vamos dar o arco e a flecha.  A corda que está presa nas duas extremidades do arco para arremessar a flecha necessita ser puxada para trás, e após arremessar a flecha, volta ao seu estado normal. O quanto ela aguentar ser esticada e voltar ao seu estado normal, será sua resiliência, e quanto mais aguentar ser esticada, mais resiliente será.

 

Deu para entender? Pois bem, como citamos acima, o termo “Resiliência”, de um tempo para cá passou a ser amplamente utilizado como característica de personalidade de um profissional, o qual quer dizer que se ele tem um alto grau de resiliência, ele aguentará trabalhar sob muita pressão, sem que isso afete o seu psicológico, e naturalmente, passada a pressão, ele voltará ao seu estado normal como se nada houvera acontecido.

 

Tudo isso é muito bonito na teoria, mas vamos ver como funciona na prática; analisemos sob dois pontos de interesse, um do lado do superior hierárquico, e outro do lado do profissional subordinado:

 

Do lado do superior hierárquico, muitas vezes sob a desculpa de que quer um subordinado resiliente, nem sempre sabe o quanto deve pressionar, se pressionar de menos pode obter retorno inferior ao que o profissional poderia dar; se pressionar demais pode quebrar o arco, ou seja, criar situações insustentáveis e da mesma maneira irá obter resultado inferior ao que seria esperado, sem contar que estressará o subordinado, e criará um ambiente negativo de trabalho. Por isso segue nosso conselho: Siga o ensinamento de Buda, procure sempre o caminho do meio, seja hábil e sensível para saber até que ponto poderá esticar a corda do arco. Afinal, se você é o superior deve ter essa habilidade, para isso é que ocupa essa condição de hierárquica.

 

Do lado do profissional subordinado, é bom parar de dizer que é resiliente como se fosse uma vantagem, pois uma adequada resiliência deve ser parte obrigatória de qualquer profissional, caso contrário ele não deveria receber o nome de profissional, porque um profissional sem um saudável grau de resiliência, ainda não é um profissional, e sim um amador. É importante saber que se ao sofrer qualquer pressão o “profissional” se desestrutura, fica magoado, inseguro, e tem um comportamento de criança mimada, então está na hora de despertar para a realidade. Se quiser algum dia galgar postos mais altos em sua carreira, é vital que comece a amadurecer e saber assimilar pressão, pois só assim e com esforço e aprimoramento, você um dia chegará a ter sucesso profissional. Sugerimos que faça como o halterofilista, que quanto mais peso (pressão) aguentar mais forte ficará.

 

Esperamos que ambos os níveis, gestores e subordinados, saibam ter um grau de resiliência adequado para trabalharem em harmonia e obterem bons resultados em seus relacionamentos profissionais.

 

Pense nisso.

 

Até a próxima e muita paz!

Lembrete!! Como está indo sua viagem?

LEMBRETE!! 

 

COMO ESTÁ INDO SUA VIAGEM?

 

por Renato Fazzolari

 

Comecei a trabalhar aos 12 anos de idade. Iniciei como Office Boy, e naturalmente era o mais jovem funcionário da empresa. Há tempos atrás havia uma propaganda que fez muito sucesso, que dizia: “O primeiro sutiã a gente nunca esquece”, e o mesmo pode-se dizer do primeiro emprego: “O primeiro emprego a gente nunca esquece”.

 

E por que estou relatando esse fato? É que há pouco tempo encontrei um amigo com quem trabalhei naquela empresa, e relembramos muitos acontecimentos da época, bem como os respectivos personagens desses acontecimentos. Após as alegrias das lembranças, veio uma constatação que nos fez pensar muito; é que, a medida que perguntávamos de fulano, a resposta era que tinha morrido, e beltrano, ciclano…, e a resposta era a mesma, então paramos de fazer essa pergunta.

 

Havia uma lógica nisso, é que naquela época eu era o mais jovem da empresa, a dedução lógica é que todos os outros eram mais velhos, e como o tempo corre igual para todos, os mais velhos foram dando lugar para os mais novos, tanto nos empregos quanto na vida. 

 

O interessante é que, quando falávamos dessas pessoas, os cargos que exerciam e os status que ocupavam passaram a ser irrelevantes, pois, tanto o diretor, como o faxineiro, a secretária e os demais, terminaram a viagem no mesmo terminal. O que ficou foi, como será que cada um fez a viagem? O que aproveitaram do percurso? Como lidaram com os seus desafios, os quais não foram ter sucesso ou fracasso na carreira profissional, mas sim, vencerem os seus inimigos internos como o orgulho, a vaidade, a preguiça, a cobiça, a inveja, o rancor, a prepotência, a falta de amor, a, a, a…. Quem conseguiu vencer e quem fracassou? 

 

Naquela época e agora várias coisas mudaram muito, nem computador existia, se formos relatar as mudanças, não caberia neste espaço, mas uma coisa permaneceu intacta, a natureza humana e seus verdadeiros desafios. Crescer materialmente, procurando evoluir profissionalmente, culturalmente, economicamente etc., é lógico que é bom e necessário, e devemos procurar atingir esses objetivos com todo nosso esforço, mas não deixar que, para que isso aconteça, esqueçamos o respeito ao próximo, e principalmente o respeito com nós mesmos, priorizando incluir em nossas vidas as vitórias sobre nossos desafios reais. 

 

Pendure este lembrete na consciência, e boa viagem! 

 

Até a próxima e muita paz!  

Gente, um mal necessário ou um meio para chegar ao sucesso?

 

GENTE, UM MAL NECESSÁRIO OU UM MEIO PARA CHEGAR AO SUCESSO? 

 

por Renato Fazzolari 

 

OS PROFISSIONAIS SÃO EFETIVAMENTE O MAIOR PATRIMÔNIO DAS EMPRESAS?

 

O que você diria de uma empresa, que pelo fato de não estar recebendo reclamações dos produtos, achasse que não precisaria mais se preocupar e investir com os setores de Desenvolvimento e de Controle de Qualidade?

 

Com certeza essa empresa estaria dando um tiro no próprio pé, não é? Seria uma questão de tempo para ter problemas. As concorrentes agradeceriam essa vacilada, e com certeza logo estariam abocanhando uma saborosa fatia de seu mercado.

 

O mesmo, e com consequências muito mais graves, acontece com empresas que pensam da seguinte maneira: ‘Não estamos tendo problemas de perder funcionários, então não precisamos nos preocupar com o fator humano.’

 

Infelizmente esse não é um pensamento tão incomum nas empresas. É a forma acomodada de ver as coisas. É a falta de visão de achar que se não está ruim é porque está bom. Avaliam sua política de pessoal pela falta de rotatividade.

 

Oh! Santa ingenuidade!

 

As empresas de sucesso obrigatoriamente têm um quadro de pessoal ajustado, motivado e competente, enquanto que o principal fator das empresas fracassadas é geralmente o inadequado, desmotivado e incompetente quadro de pessoal.

 

Na frenética agilidade com que as coisas acontecem nos dias atuais, quem pensa em se dar ao luxo de, como dizem, “dar um tempo e empurrar com a barriga”, e subestimar o fator humano, vai ficar para trás rapidinho.

 

Só falar da boca para fora que os funcionários são o maior patrimônio da empresa, é tentar enganar os outros, e pior ainda, se auto enganar. Pois os funcionários realmente são o maior patrimônio das empresas, são eles que vão determinar o sucesso ou o fracasso de qualquer empreendimento.

 

No cenário atual, saber captar e manter bons profissionais é vital, principalmente porque os resultados nem sempre aparecerão de imediato, porém, mais cedo ou tarde, obrigatoriamente aparecerão. Por isso, contratar bem e manter os funcionários motivados poderão ser os fatores determinantes do lucro ou prejuízo no futuro.

 

Analise com seriedade se a política de pessoal que se está colocando em prática é a mais adequada e eficiente para as necessidades da empresa, e se está compatível com a realidade do mercado. Mas não pense somente em curto prazo, pense principalmente em relação ao futuro.

 

Ou será que vai querer pagar para ver e depois se lastimar?

 

Até a próxima e muita paz!

Como a Seleção Natural age nas empresas

COMO A SELEÇÃO NATURAL AGE NAS EMPRESAS

 

VOCÊ CONHECE O DINAMISMO DO MERCADO, E O QUE NA MAIORIA DAS VEZES LEVA AO SUCESSO OU FRACASSO AS EMPRESAS?

 

por Renato Fazzolari

 

Uma história recente vai nos auxiliar a entender sobre o tema sugerido. Nos anos 80 do século passado, o país vivia uma inflação absurda, chegou ao patamar de 80% ao mês, a moeda tinha que ter um indexador para balizar o valor que representava, e o povo precisou de muita criatividade para sobreviver a essa época. Como um simples exemplo de como se vivia nesse período, assim que as pessoas recebiam o salário, iam direto para o supermercado e faziam a compra do mês. Como ainda não havia código de barras, as pessoas corriam na frente do funcionário do supermercado que remarcava diariamente os preços e pegava os produtos sem olhar marca, qualidade, ou sequer preço. Era uma loucura!

 

Pois bem, esse é um exemplo de história recente, e de como as empresas tinham que lidar com essa realidade para sobreviver e ter lucro.

 

Para ficar mais claro, vamos nos prender ao supermercado. O que os grandes grupos faziam? Eles compravam a mercadoria a prazo, e vendiam a vista no varejo com um preço mais barato do que compravam.

 

Aí você me pergunta, como compravam mais caro e vendiam mais barato e ainda tinham lucro? Como isso era possível? Simples, aonde se ganhava dinheiro era no mercado financeiro, o macete estava em comprar a prazo e vender a vista, e aplicar o dinheiro no mercado financeiro.

 

Com esse cenário, agora estamos prontos para entender a dinâmica da seleção natural das empresas, onde umas prosperaram e outras quebraram.

 

Se a empresa ganhava dinheiro com aplicações financeiras, qual a área, e consequentemente o profissional nessa época que fazia a empresa ganhar ou perder dinheiro? Se pensou que era a área financeira e consequentemente o profissional da área financeira, acertou. Parabéns! Esse era “o Cara” e a ele todo o poder.

 

Com o plano real, a inflação estabilizou, os preços não eram tão dinâmicos, e as pessoas podiam comparar os produtos, quantidade, qualidade, marca e preço. Com essa mudança de cenário, a competitividade deixou de ser o financeiro e passou a ser a produção; quem produzia em melhores condições ganhava mais. Com essa mudança, qual o setor e o profissional que passou a ser mais valorizado? Se pensou que era o da produção e da qualidade, mais uma vez acertou. Parabéns!

 

Nesse novo cenário, para se ter um bom produto e produzi-lo a um preço menor, pois aí estava a competitividade e o lucro, era necessário comprar melhor (qualidade, prazo e preço).  Quais os profissionais que mais se valorizaram no mercado para atender essas condições? Como sei que você acertou novamente, só vou confirmar, os profissionais de suprimentos e de custos. 

 

Agora o produto era mais competitivo, tinha quantidade de produção, qualidade e uma adequada margem de lucro, então, o que precisava ser feito? Vender! E para vender, quais os profissionais que passaram a ser mais valorizados no mercado? Essa foi muito fácil, você só tinha que acertar! Foram os do Comercial e de Marketing.

 

Ufa! Como a coisa é dinâmica! É dinâmica, real, e pela Lei da Seleção Natural, só os mais competentes sobreviveram!

 

Este é um alerta que estamos dando, tendo em vista a importância de identificar o momento que a empresa se encontra. É hora de se perguntar se a estrutura organizacional e profissional está continuamente sendo atualizada e condizente com as exigências e realidade do mercado. As ações da empresa são competentes e corajosas o suficiente para enfrentar a dinâmica do mercado? 

 

Diante do exposto, será que o melhor é ficar estático, e amanhã se fazer de vítima, se lastimar com os acontecimentos e jogar a culpa em terceiros? Ou então, tomar a dianteira, identificar o atual e o próximo lance da história e tirar proveito da situação?

 

Pense nisso!

 

Até a próxima e muita paz!

Presente de Natal a todos os amigos da AGRHO

 

PRESENTE DE NATAL A TODOS OS AMIGOS DA AGRHO

 

ESTE ANO QUEREMOS LHE DAR MAIS QUE UM DESEJO DE FELICIDADES, QUEREMOS TE PRESENTEAR COM A “FÓRMULA DA FELICIDADE”

 

por Renato Fazzolari 

 

Inicialmente, esperamos que você não seja do time dos que só enxergam a escuridão em tudo, e acham que a vida é um mar de lágrimas, que só tem dor e sofrimento, e blá, blá, blá…, esse tipo de argumento derrotista e pessimista, que caracteriza os mal agradecidos, que ainda não pararam para perceber que a vida é uma dádiva, que recebemos de graça e devemos fazer bom uso dela, mesmo porque, se não o fizermos, quando ela terminar, e diga-se de passagem que ela é muito rápida, o azar será somente nosso.

 

Entenda que viver é um treinamento das emoções para a nossa evolução, a didática da vida é assim mesmo, para que cresçamos, obrigatoriamente durante toda a vida teremos problemas e perdas das mais diversas, e nem você ou eu seremos uma exceção, também estaremos nesse processo, porém, a sabedoria consiste em aprender e evoluir sem sofrimento, e essa é uma opção individual. Procure crescer sem sofrimento, experimente ser feliz, é só querer, sem medo, tire as vendas dos olhos e as amarras do coração e descobrirá que viver é maravilhoso.

 

Então vamos começar pelo começo.

 

Você já parou para pensar, em que tempo colocou a felicidade? Quando põe no passado, não adianta, pois já passou e com muita probabilidade você não percebeu que era feliz na época, e como diz a música, “Eu era feliz e não sabia”. Se colocar no futuro, vai sempre sacrificar o presente para esperar que ela aconteça lá na frente, isso quer dizer que você nunca a alcançará, ela estará sempre no futuro. Então o primeiro passo é colocar a felicidade sempre no presente, “AGORA”, “JÁ”, “NESTE MOMENTO”. Para isso, pode seguir confiante o que o Raul Seixas disse – “Tenha Fé em DEUS tenha Fé na Vida”, não temas, faça o melhor de si e confie em Deus e em você mesmo.

 

É importante saber que a felicidade não vem de fora, é um sentimento que está muito mais perto do que você imagina, está dentro de nós, deixe-a aflorar, não a bloqueie, isso é muito fácil, é só querer, não tenha medo de experimentar, você vai se surpreender. Experimente!

 

Preste atenção como a grande vilã de não sermos felizes é a “ansiedade”, temos dificuldades de aceitar o curso natural das coisas, como se Deus fosse incompetente para conduzir nossos destinos, a nós só compete fazermos o melhor de nós, pois o que plantarmos colheremos, mas, voltando a falar da vilã, a ansiedade, então aprenda a controlá-la, ao invés de deixar-se ser controlado por ela. Você acha difícil isso, pois lhe digo que não é, preste atenção como fazer; quando você se sentir ansioso, basta ignorá-la, “DESCONECTE-SE”, a desconexão é a chave, não impeça o surgimento nem da ansiedade e nem de uma emoção desagradável, simplesmente a perceba e a substitua, colocando outro pensamento positivo em seu lugar, e se ocupe com esse novo pensamento, você vai perceber como naturalmente a ansiedade e a emoção negativa vão embora, e não se esqueça de colocar em prática a FÉ, pois uma coisa está ligada a outra, ou se tem Fé ou não se tem, se não tiver Fé, terás medo e insegurança, e a ansiedade é uma forma disfarçada de medo, que não serve pra nada, somente serve para lhe paralisar.

 

Perceberam como ser Feliz é fácil, então para fixar na memória, vamos recapitular:

 

Felicidade tem que ser “AGORA”; não precisa temer nada, tenha “Fé em DEUS”, e em si próprio; “Não bloqueie” a felicidade que está dentro de você; “DESCONECTE-SE” dos medos e da ansiedade, colocando pensamentos agradáveis no lugar dos ruins.

 

Viu como é fácil? Tão fácil que nos deixa até desconfiados, mas lhe garanto que funciona. Ao invés de duvidar, ponha em prática e constate.

 

A AGRHO lhe deseja um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo, e que faça um bom proveito de nosso presente.

 

Obs: Esta Dica é uma síntese livre, que fizemos de um texto do mestre “Silveira Sampaio”.

 

Até a próxima e muita paz!

Parar ou Descansar

PARAR OU DESCANSAR

 

SABE A DIFERENÇA ENTRE ESSAS DUAS OPÇÕES?

 

por Renato Fazzolari

 

Que tal aquela praia de mar azul, deitado ao sol, tomando um côco gelado, ou uma caipirinha, e não ter que pensar em nada, nem nos compromissos, nos prazos para entregar os trabalhos, e nem no chato do chefe.

 

Será que é essa vida que você pediu a Deus?

 

Será que se isso acontecesse definitivamente, você finalmente iria ser feliz?

 

Vai parecer incoerência o que eu vou dizer, mas a realização desse sonho tem sido a causa principal de tornar muita gente infeliz. Pode crer!

 

Um erro básico que as pessoas cometem, é confundir a necessidade de descansar com a decisão de parar de vez.

 

Quando se está estressado, é normal ficar saturado com tudo e com todos, pois as baterias estão descarregadas e é necessário recarregá-las. Nessas horas é que se pensa em parar de trabalhar; mas quando isso fica só no pensamento tudo bem, quando se concretiza, aí “a coisa pega”. E por quê?

 

Porque na medida em que a pessoa parar, e em pouco tempo estiver descansada o suficiente e com a bateria completamente recarregada, o processo vira do avesso, ela estará tinindo para fazer algo. Mas e se não tiver o que fazer?

Aí cairá na real, e a real é que começa a não aguentar a ociosidade; um sentimento de inutilidade passa a lhe incomodar. Vai sentir o oposto do estresse por excesso, que é o estresse por escassez. E o paraíso começa a se transformar em inferno.

 

Igual à panela de pressão, que quando ferve, se não tiver válvula de escape explode; assim somos nós, ficamos a vida toda armazenando experiências, e quando estivermos em nosso auge profissional, se não tivermos como ou onde liberar esse potencial, também poderemos explodir.

 

Esse é o motivo porque se ouve muito amiúde sobre pessoas que logo após se aposentarem, ficaram doentes e muitos até morreram.

 

O que estou dizendo não é para condená-lo a ficar o resto da vida escravo do trabalho. Não, não é isso!

 

Somente estou lhe alertando para que reflita, se a sua vontade de parar não é simplesmente uma necessidade de descansar.

 

Antes de decidir parar, procure descansar, tire umas boas férias; aí então você terá condições de decidir melhor, e constatar se o que necessita é um merecido descanso ou se realmente é parar.

 

No entanto, se após testar todas as possibilidades, e chegar à conclusão que o que quer realmente é parar, então procure se preparar conscientemente para isso, estude todas as consequências e possibilidades, e se realmente se sentir preparado, então vá em frente.

 

Até a próxima e muita paz! 

AGRHO
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